Levou pro motel e fodeu gostoso

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sábado, 4 de outubro de 2008

Pode tocar punheta...






















Fudida todos os dias




Repasso a vocês um conto que me foi enviado por uma garota muito safadinha... A história que vou contar ocorreu quando eu tinha 19 anos. Sou adotada, e após a morte de meu primeiro padrasto, minha mãe casou com o Carlos, um sujeito bruto, com o qual eu não me dava muito bem. Discutíamos sempre e ele era grosso.Um dia sai da aula mais cedo e ao entrar em casa pela cozinha me deparei com o Carlos sendo chupado pela empregada. Fiquei paralisada, ela estava de joelhos e se esforçava para engolir a primeira pica que via, até então. Era um pau enorme, grosso e cabeludo, o saco era imenso. Ele a segurava pelos cabelos e forçava sua cabeça pra frente e pra trás. Eu me escondi e comecei assistir àquela cena inédita e não percebi que ele tinha me visto. Minha presença o estimulou e ele acelerou as chupadas até que gozou um rio de porra e a obrigou a engolir tudo. Sem descanso ele a jogou de bruços na mesa e meteu no cu dela de uma vez e mandou que ela dissesse que estava gostando e pedisse mais e mais...sua pica entrava ate o talo no cu da empregada ate que ele gemeu forte e sacou a pica toda suja de porra e merda .Vendo aquilo eu pela primeira vez gozei nas calcinhas. Assustada corri para meu quarto. Não nos falamos durante todo o dia...À noite não conseguia dormir, quando vejo minha porta sendo aberta e Carlos, só de cueca, entrar. Por azar, ou sorte, minha mãe, enfermeira, tinha plantão naquela noite, estávamos a sós. Ele, grosso como sempre, sentou ao meu lado e perguntou se eu tinha gostado do que vi. Neguei dizendo que não tinha visto nada de mais. Ele respondeu: - Eu te vi me assistindo enquanto enrabava a Maria...Não respondi e ele me ameaçou bater caso contasse pra minha mãe. Prometi rápido pedindo prá ele me deixar dormir, mas ele continuou: - Sabe que ainda estou com tesão, meu pau ainda está duro igual àquela hora que você viu ele, quer ver de novo? Não respondi e ele me virou com força: - Olha aqui safadinha, sei que você gostou! Eu me virei e ele estava com o pau de fora, enorme...Engoli seco e ele perguntou: - Gostou né? Quer fazer igual à Maria? Eu não conseguia responder e ele continuou já forçando minha cabeça. – Vai putinha, chupa meu caralho senão vai levar porrada! Comecei, tremendo a lamber aquele monumento, o cheiro era bom, o sabor aos poucos foi ficando familiar. Ele dirigia minha cabeça e me orientava: Engole...cuidado com os dentes...isso putinha, agora você vai ser minha putinha ...engole essa pica...até beber minha porra...isso..tá gostando né?...sabia que seu olhar era de inveja...Realmente eu estava me deliciando com aquela chupada...Chupava o saco, engolia as duas bolas...Ele acelerou e metia na minha boca até despejar todo o leite, me fazendo engasgar...Bebe tudo filhinha...esse vai ser seu alimento diário...Durante todo o tempo ele estava alisando minha bunda, brincando com meu grelinho e passando o dedo na entrada de meu cu...agora ele molhou o dedo em um pouco do gozo que saia da minha xaninha e lubrificou meu buraquinho...Pronto agora vamos ao segundo ato daquele filme que você assistiu, pois não vou estourar teu cabacinho. – Não Carlos você vai me rasgar, por favor! – Que nada, você não ouviu aquela vadia dizer que era bom? Vira essa bundinha pra cá, anda!... Afinal são apenas 23cm de pica e só vai doer hoje, depois você se acostuma...Virou-me e me colocou de quatro e cuspiu em me cu dizendo: - Que cuzinho rosado lindo! Vai ser uma delícia comer ele todos os dias...Mordi o travesseiro e esperei a entrada...Ele não teve dó...deu uns tapas na minha bunda: - Rebola para meu caralho entrar, anda!..Mexe essa bundinha, sua puta do caralho! E foi metendo sem dó...Me chame de paizinho, vai... pede meu pau...! Com medo eu repetia: Me dá seu pau painho, mete ele todinho em mim...ai...ta doendo! Pára Carlos...eu não vou agüentar!...pára deixa eu chupar de novo...eu prometo que bebo tudo... – Que nada, agora não tem volta...faz força pra fora...Eu fzia que ia cagar no pau do Carlos...ahhhh!...ta todinho dentro..putinha...vou meter gostoso agora...E foi metendo...E, sem saber como, comecei a gemer gostoso..a morder seu pau com meu cuzinho...a rebolar instintivamente...Ele gostou. Isso, você aprende rápido...você nasceu prá ser putinha ...prá ser a minha putinha...sinta meu pau te rasgando o cú..to arrebentando o cabaço do teu rabo...que delícia de cuzinho..virgenzinho de cacete!...Você vai me servir todos os dias...e encheu meu cú de porra...Aí é que eu me entreguei: Levei o dedo até meu cu, colhi um pouco de porra e chupei o dedo...ele adorou...Calma que eu tenho mais...e meteu seu pau na minha boca de novo...sem amolecer...ele fudeu minha boca outra vez e novamente bebi seu leite até limpar seu pau todinho. Como minha mãe só chegaria às dez da manhã...ele dormiu por ali mesmo, às 7:00 horas eu acordei com o pau dele dentro do meu cú mais uma vez...me fudeu até quase gozar, tirou e meteu na minha boca...meu café da manhã...Os lençois ficaram todos sujos de porra ,sangue do cabacinho do meu cu e um pouco de merda, pois acho que ele meteu muito fundo e acabei cagando um pouco naquele monstro de cacete.Ate hoje ele me come diariamente...já não dá tantas como antes...mas me empresta pros seus irmãos,meus "titios",que são três, e que como ele, têm caralhos acima da média, nenhum menor que 20cm ...juntos ou separados, me usam de todas as formas...mas só no cu,pois seguindo as ordens do meu "papaizinho" quero casar virgem e pura!

Lesbica na academia







Por Ayeska Eu e Anelise chegamos na Boate na hora do auge. Ela estava na fossa por causa da sua namorada. Meu namorado havia viajado e nossa relação não estava nada boa. Para que Anelise não cometesse nenhuma bobagem na Boate, a acompanhei. Após ter tido um relacionamento lésbico com a irmã de um ex-namorado, fazia um bom tempo que não transava com alguém do mesmo sexo. Entramos dentro da Boate e para a alegria de Anelise, sua namorada a esperava para fazerem as pazes. Sem graça com a demonstração pública do amor delas, fui para o meio da pista de dança. Muitas mulheres encontravam-se fazendo quase que sexo explícito nos cantos da Boate. Eu procurava me concentrar na música enquanto dançava, Sabia que estava chamando a atenção com um vestido justo e curto. De repente senti que estava sendo observada por alguém, era ninguém mais ninguém menos, que a irmã do meu ex-namorado e ex-amante minha. Ela me fitava e senti minha xoxota molhar de tesão. Estava sem calcinha, pois o vestido aderia meu corpo como uma segunda pele. Michelle veio em minha direção, com um sorriso safado postou-se atrás de mim, encostando seu corpo no meu. Começamos a dançar de forma sensual, seu corpo encaixado no meu. Senti suas mãos nos meus seios redondos e cheios de tesão e com os dedos passou a apertar os biquinhos até ficarem rígidos. -Hummmm há quanto tempo.... vc continua deliciosa.... e mordiscou minha orelha. Senti um arrepio de excitação. Não era justo eu encontrar justo com ela. Havia sido amante dela enquanto namorava seu irmão Marcelo. Ela tinha uma forma de trepar diferente que ele. - Que tal procurarmos um lugar para relembrarmos os velhos tempos? -perguntou enquanto enfiava sua língua em meu ouvido e esfregava sua mão no meu ventre por sobre o vestido. Minha respiração acelerava. - Michelle....para com isso.....Hummmm..... - Sei que quer sentir minha língua nessa xaninha deliciosa e cheirosa. -Ohhhhh...nao é justo....- sem querer comecei a esfregar meu corpo sinuosamente no dela, enquanto ela me apertava cada vez mais. De repente ela me puxou pela mão e levou-me num canto escuro e longe de todo o movimento da Boate. Empurrou-me em direção de uma coluna, enfiou sua língua dentro de minha boca, brincando com ela, tirando e entrando..até que não resisti e a puxei em minha direção e a beijei, nossas línguas fazendo malabarismos como se fosse uma foda. Eu arfava, enquanto Michelle erguia meu vestido e ao encontrar minha xoxota depilada e lisinha enfiou sua mão entre minhas pernas e passou a esfregar a minha xoxota que já molhava sua mão. -Humm safadinha....está sem calcinha....e molhadinha - seu dedo encontrando meu botãozinho e esfregando-o. Eu gemia, ofegava. Michelle pegou minha mão e a colocou entre suas pernas por sobre sua calça de seda preta. Apertei seu ventre e senti a umidade e a quentura do seu tesão. Após beijar minha boca, Michelle empurrou meu vestido para baixo e passou a sugar os bicos dos meus seios. Enfiou seu joelho entre minhas pernas e esfregou sem dó, me deixando completamente maluca. - Sua putinha....como vc é gostosa....Ainda gosta de homem?? -perguntou-me enquanto colocava as mãos em minhas nádegas redondas e me puxava mais de encontro ao seu corpo e sua perna. Louca de tesão, passei a menear os quadris esfregando minha xoxota cada vez mais em sua perna e joelho. A música, as pessoas, os risos me pareciam bem distantes. -Sim..eu..ainda...Ohhhh..gosto.....Hummmm...de homem... - Sei...mas gosta de ser bem fodida por uma lésbica né? Sei do que gosta....Michelle virou-me com rapidez de frente para a coluna e passou a esfregar seu corpo subindo e descendo pelas minhas costas. -Michelle....ohhhhh...me..... -Sim...putinha...fala o que vc quer...vamos...quero escutar....hummm como vc é gostosa... -Michelle... me fode...Ohhhh..... -Vou fode-la....estava com saudades dessa bucetinha.... Michelle empurrou-me em direção de um sofá num local reservado, tirou sua calça de seda, sua tanguinha e puxando-me em sua direção encaixou minha xoxota com a sua e passamos a nos esfregar e gemer. -Só lamento....hummm...não ter um pau....para te foder como merece, sua putinha... -Michelle...Ohhhhhh....Hummmmm.....Ahhhhhhhh....que delícia....seu grelo parece um pequeno pênis...Ahhhh Esfregávamos nossas xoxotas como duas loucas, nossos fluidos se misturando. Eu sentia seu grelo sobre o meu. Michelle fazia mais e mais pressão em minha xoxota. - Ohhhhhhhhhhhh vou gozar..............gozei, molhando o sofá. Michelle então empurrou-me fazendo-me deitar no sofá e enfiando-se entre minhas pernas lambeu, chupou, sugou todo o meu gozo, enquanto com um dedo esfregava o meu reguinho molhando-o com o meu suco. Para finalizar, enfiou um dedo no meu cusinho estocando-o dentro de mim. Suada, toda descomposta, foi assim que Michelle me levou para um motel onde passamos a madrugada afora. Meu namorado não estava comigo no Dia dos Namorados, mas Michelle cuidou bem de mim, fazendo-me gozar como nunca!

Dando na discoteca




Oi meu nome e Thais tenho 19 anos sou ruiva dos olhos azul,com o corpo bronzeado com uma marquinha de biquíni que deixa os homens doidos ,tenho uma linda tatuagem na virinha que muito homem deseja ,um lindo sol, tenho seios grandes, uma coxas grossas e uma bunda muito bonita,sou do tipo de garota que adora estar bem sedutora, tinha um namorado que adorava renovar o sexo entre a gente, ele se chama Augusto tem 19 anos e um corpo maravilhoso bem malhadinho ,um dia marquei com ele numa festa, fui muito bonita com uma mini-saia preta curtinha e com uma blusinha vermelha bem decotada em que amostrava minha barriquinha e o meu lindo pince e um pouco da minha tatuagem e deixava meus seios bem volumosos,e principal sem calcinha, ele ficou doido quando mim viu me deu um beijo bem gostoso ,enquanto isso sua mão percorria todo o meu corpo,quando passo a mão na minha linda bundinha percebeu que estava sem calcinha ,deu um olhar bem safado pra mim e disse: “se você veio assim e porque ta Querendo alguma coisa ” fiz uma cara de safada e respondi “quero e quero agora” ele fico excitadíssimo na hora! Me puxo e fomos pro meio da pista de dança (estávamos numa discoteca) ele começo a passar a mãos no meu seios coloco a mão por dentro da minha saia e fico alisando minha bunda e percebi que o pau dele estava bem durinho,ele pego e começo a chupar meus seios algumas pessoas perceberam e começaram a olhar, mais estávamos com tanto tesão que nem notamos elas, ele me puxo e fomos para um canto da discoteca, ele sento abriu as calças e tiro aquele pau enorme e mando eu senta abrindo as pernas enquanto ia sentando de costas pra ele, ele ia botando aquele pau de uma vez na minha bocetinha quando entro tudo comecei a cavalgar em cima dele ele abril bem minhas pernas e começo a passar o dedinho lá dentro deixando bem a mostra minha bocetinha todos começaram a olhar mais não estávamos nem ai pra eles, ver que eles estavam olhando pra gente deixava a gente mais exitados ainda, ele Foi e enfio três dedos de uma vez na minha bocetinha dei um gemido bem alto (aiaiAIAIAIAIAIAIUIUI) vi que uma garota estava se aproximando de nos bem devagar mais parecia ter um pouco de medo,augusto me pego e me alevanto e me sento de uma vez de frente pra ele enfiando com tudo aquele pau na minha bocetinha e mandava eu cavalgar em cima dele não pensei duas vez e comecei a pular e rebola no pau dele ele apertava com as mãos minha bunda,chupava e mordia os meus seios mordia com forçar o bico dos meus seios,me deixando toda molhadinha, foi quando senti uma nova mão apertando meus seios, era a garota que estava olhando a gente,ela disse: “posso participar ,estou com muito tesão” olhei pra cara do augusto e ele respondeu “e claro que pode” (ela era uma loira dos olhos verdes ,tinha um corpao lindo ela tinha 20 anos o nome dela era carol) carol então começo a aperta meus seio e a mim beijar e como beija bem ela, o augusto já estava quase louco de tesão,então decidimos sair dali, Fomos para um beco que havia do lado da discoteca, augusto me pego por trás encostou me na parede com tudo e começo a alisar com o dedo minha bocetinha e disse a carol: “carol vamos fazer oque quiser com essa piranha da minha namorada oque acha?”carol respondeu já com muito tesão que “sim” ele pego e me deito no chão e mandou a carol chupar minha bocetinha em quanto eu teria que chupar o pau dele,ele disse “se você não chupar bem gostoso vou arromba esse teu cuzinho” eu nunca havia dando meu cuzinho pra ninguém ,então tratei de chupar ele e bem gostoso chupava a cabecinha e lambia enfiava ele todinho na minha boca ,carol começo a enfiar o dedo na minha bocetinha eu tirava o pau do augusto da boca gemia muito e ele quando via que havia tirado enfiava de uma vez na minha boca, ele então me alevanto e deito a carol e mando eu chupar ela e bem gostoso, abri bem as pernas dela e botei a língua dentro da bocetinha dela,ela e começo a gemer muito então coloquei três dedos de uma vez Naquela bocetinha toda molhada e enfiava ele ate no fundo ela se retrocia toda e falava “enfia vadia enfia 4 vai, ta esperando oque” e em fiei ela gemeu alto enquanto isso augusto enfiava o dedo na minha bocetinha por trás de mim e começo a lamber o meu cuzinho e passa o dedinho já estava doido pra comer o meu cuzinho mais não deixei ele então falo “posso não come ele agora mais vou comer, agora eu quero comer ela vem cá, vem” ela pego e fico de 4 pra comer primeiro a bocetinha dela eu fiquei em baixo pra ela chupa a minha bocetinha augusto enfio todo o pau dele de uma vez na bocetinha da carol ela deu um grito bem alto de dor e ao mesmo tempo de prazer ele puxava o cabelo dela e ela gostava pedia pra ele(puxa vai, puxa e enfia bem forte esse pau na minha bocetinha) e ele enfiava! Ate que ele disse “agora vou comer esse teu cuzinho” ela disse “come vai come mais bem gostoso, o arromba vai” e isso tava me deixando mais exitada! Ele pega e deita ela e manda-me sentar na cara dela pra que ela chupe a minha bocetinha em quanto iria arrombar ela bem gostoso ele enfia primeiro a cabecinha, e ela gemia alto, ele então enfio de uma vez só todo aquele pau no cuzinho Dela ela grito bem alto de dor mais também de prazer e dizia “enfia vai ta com medo de quer” ai que ele enfiava mesmo eu não agüentei e gozei na boquinha da carol e o augusto no cuzinho dela! O augusto deito no meio ela atrás e eu na frente ele ainda estava com o pau duro e eu ainda estava exitada ele pego e disse: “ e Thais agora e sua vez de mim dar o cuzinho fiquei apavorada tentei me alevantar mais ele não deixo e começo a me exitar passando o dedo na minha bocetinha e carol chupava meu seios e me beijava, ele percebendo que já estava muito exitada e começo a passar o pau no meu cuzinho e bota o dedo lá dentro doía muito mais me exitava, eu deitada de lado e eles me deixado cheia de tesão, ele pego e mando a carol me segurar e alevanto um das minhas pernas e em fio a cabecinha do pau dele no meu cuzinho pedia para ele parar, mas na verdade não queria que ele parasse, implorava que ele parasse mais ai que ele enfio mesmo e enfio tudo duma vez,cheguei a chora de dor mais quanto mais doía mais eu ficava exitada,e ele percebendo isso e que enfiava mesmo, carol enfiava o dedinho dela na minha bocetinha enquanto eu enfiava o meu dedo no dela! Ele mandou eu ficar de Quatro pedi pra ele para, ele já sabendo que eu estava gostando, parou e disse: “se você não quer, não vou fazer mais nada” então eu disse: “que não, que podia continuar que eu gostava” ele disse “eu continuo mais você terá que implora e terá que me converse de que realmente quer” eu já muito exitada quase pra gozar comecei a implorar que ele me comece ele então falo “vou come esse teu cuzinho, vou deixa ele bem arrombadinho e vou goza dentro dele” me deixo de quatro e enfio de uma vez só no meu cuzinho comecei a gemer bem alto ele puxava meus cabelos apertava meus seios e enfiava o dedinho na minha bocetinha e eu chupado a bocetinha da carol ,carol gozo na minha boca e o augusto gozo dentro do meu cuzinho bem gostoso ele continuo por um tempo com o pau dentro do meu cuzinho ate amolecer, depois que acabou me alevantei me vesti e fomos ate o carro demos carona pra carol ate o apartamento dela e lá tomamos banho todos juntos! Se vocês gostaram do que ouviram Tenho muitas outras historias pra contar de aventuras que tive,que vocês iram ficar com muito tesão se ouvir! Entre em contato comigo pelo e-mail: tatazinha121@yahoo.Com.br estarei esperando beijos!Obs; agora estou solteira pronta para novas aventuras!tchau.

Ninfeta negra




ninfeta negra (uma amiga de BABINHA) Meu nome é G, hoje tenho 18 aninhos, sou uma ninfeta negra. 1,55 altura, gostosa, toda durinha, sou Bi ativa/passiva, e adoro sugar uma xaninha e uma caceta, quando são juntos então eu adoro. Mais vamos a história... Na época eu tinha 13 aninhos e minha mãe passava pôr sérios problemas financeiros, e estava tentando empregar suas filhas, somos três, quando na Av. Presidente Vargas minha mãe avista um antigo chefe seu, chama-o e começam a conversar, sentia que minha mãe o olhava dentro dos olhos, e ele rindo, brincando, era um pedaço de homem. Acabou que ali mesmo ele convidou-nos a conversar o resto em seu escritório, onde tomaríamos um café e ficaríamos melhor acomodados. Quando entramos, notei que seu escritório era muito bem montado, bem moderno, bem luxuoso. Minha mãe conversava com ele a respeito da sua situação e o que estava tentando fazer para sair da crise que se instalara lá em casa. Papo vai, papo vem e ele me chama e disse-me... vamos ver se esta menininha pode vir a trabalhar comigo, quero que você vá ao banco aqui ao lado do prédio e pague algumas contas, dito isso, dirigiu-se a sua mesa, pegou alguns papeis, dinheiro e algumas instruções, levou-me até a porta me entregou a chave e disse-me para não ter pressa... e lá fui eu para o banco. Demorei-me mais ou menos uns quarenta minutos e quando estava abrindo a porta do escritório, senti gemidos na sala dele, resolvi entrar devagar, sem fazer barulho, e pude notar que os gemidos eram de minha mãe, parei na ante-sala e pude observar dali que minha mãe estava nua, deitada encima da mesa dele, com toda sua caceta espetada em seu cuzinho, ela gemia, rebolava, pedia que desse palmadas, e ele batia-lhe na bunda e as vezes no rosto, e em cada tapa estalado minha mãe dizia que estava gozando e que queria gozar muito, dito isso, tira a caceta de seu cuzinho e encaminha para a boca de minha mãe que abocanhou-o pôr inteiro, chupava-o da cabeça até a base, eu estava extasiada vendo minha mãe daquele jeito, nunca tinha visto minha mãe fuder assim, nem na época que meu pai era vivo, eu com certeza não tinha visto, era demais, e alguma coisa estava acontecendo comigo, pois eu não mais conseguia tirar os olhos da cena de minha mãe sendo fudida... fiquei molhadinha. Sai devagarinho da sala, fui para o corredor esfriar um pouco, passados uns dez minutos, abri novamente a porta de forma que ele percebesse que eu estava entrando... encontrei minha mãe sentada no sofá e em seu rosto irradiava um brilho que eu há muito tempo não via... ela estava saciada. Conversamos mais um pouco e então ele disse-me, você vai começar a trabalhar comigo, e esteja certo de que não é pôr caridade ou pôr amizade a sua mãe, farei de você uma profissional, é só você querer aprender. Dito isso tudo, minha mãe despediu-se dele prometendo voltar com mais calma e num horário melhor, eu sabia pôr que ela queria voltar... tinha gostado muito, demonstrava isso... e foi-se. Fiquei sozinha com ele. Conversamos algumas coisas a respeito do meu trabalho no escritório, e em dado momento ele para, segura minhas mãos e diz "você gostou do que viu", eu sem saber o que responder apenas acenei um sim com a cabeça, ele tinha notado que eu estivera observando na ante-sala, perguntou-me o que eu havia gostado mais de ver, e eu disse-lhe que tinha gostado de ver tudo, de ter visto minha mãe tomar todo o seu leitinho, das estocadas que ele dava em seu cuzinho, e até mesmo das palmadas que ele dava na bundinha dela e ela pedia mais, enfim acho que perdi a vergonha e respondia tudo o que ele me perguntava, aquilo estava mexendo comigo, eu só tinha treze aninhos e sentia que estava toda molhada, minha calcinha estava ensopada. Ele levanta-se de sua cadeira, dá uma volta pela sala e me ordena... tira toda sua roupinha, quero vê-la nuazinha, não tenha medo. Engraçado que não sentia medo, pois a minha reação foi imediata, me levantei e comecei a tirar minha roupa, fiquei nuazinha no meio da sala, e ele me observando, me olhando profundamente e eu sentindo que estava novamente ficando molhada. Eu nua, sentada em seu colo, conversando a respeito de que ainda era virgem, tinha tido três namoradinhos sem muita intimidade, que sabia alguma coisa de sexo somente em leituras ou conversas com coleguinhas de escola, enfim estas coisinhas bobas numa menininha de treze aninhos... ele então tira sua caceta para fora da calça, me senta de jeito que eu fique encaixada nela, sentia ela esbarrar em minha bucetinha, e devagarinho ele começa a me movimentar segurando-me pela cintura começa a me levantar e arriar, ou seja, como ele falou, estava batendo uma punhetinha nele com a minha bucetinha... era demais, eu estava quase desmaiando, era muito gostoso... mais gostoso ainda foi sentir o jorro de seu farto gozo em minha barriga, que liquido quentinho, delicioso, ele com seus dedos fazia carinhos em minha barriga, catando seu leitinho e levando-o até minha boca, que no inicio achei esquisito o gosto, mais depois do terceiro dedo em meus lábios comecei a gostar e já engolia todo o seu dedo em minha boca, e pedi a ele que me ensinasse tudo que ele quisesse me ensinar. Aquele dia foi marcante em minha vida, pois ele não tinha nenhuma pressa de nada, ficamos o dia inteiro praticamente com a minha aula de aprendizado sexual, e o melhor de tudo é que eu estava gostando muito e estava pronta toda hora que ele dizia,... vamos novamente a aula minha menininha. Depilou-me toda. deixando minha bucetinha lisinha, mostrou-a para mim num grande espelho que tinha no banheiro, achei que ficou bonitinha e nunca mais eu deixaria criar pêlos em minha xaninha, ele a queria sempre depiladinha... eu o sentia meu dono, pois quando ele dizia que eu era sua cadelinha, eu gozava só em escutar... enfim o primeiro dia tinha sido muito bom, pois na primeira aula eu já havia aprendido a punhetar a caceta de meu chefe com as minhas coxas, e já tinha aprendido também a tomar seu leitinho, eu queria saber o que aprenderia na segunda, na terceira e nas outras aulas que com certeza viriam... depois eu conto mais, pois minha mãe está chegando para fuder gostoso com meu chefe, e ele já me falou que eu verei tudo o que ele vai fazer com ela, para que eu depois novamente diga o que mais gostei... ele sabe que eu gosto de tudo, se você quiser também faço com você, entre em contato comigo, através meu e-mail luxohotel@oi.com.br com certeza você vai adorar. Alguns dias haviam se passado desde que eu havia começado a trabalhar, e a cada dia que se passava eu ficava mais e mais tesuda em relação a sexo, queria conversar tudo, queria ver tudo, queria fazer tudo... mais engraçado é que ele ainda não havia tirado meu cabacinho... continuava eu a ser uma menininha com seu cabacinho ainda no lugar, e eu já estava doidinha para manda-lo para o espaço, mais ele dizia para mim que tudo tinha seu momento, primeiro ele iria me mostrar uma série de coisas e ai sim depois se eu quisesse ele iria tirar o meu cabacinho, aceitei as suas ponderações, pois mesmo cabacinho eu tinha uma vida sexual bem ativa com ele. Neste período minha mãe, foi umas quatro vezes no escritório para ser fudida pôr ele, e eu mais uma vez ficava na ante-sala vendo minha mãe se transformar numa puta, numa vadia, numa cadelinha como ela gostava de gritar quando estava com sua caceta toda enterrada em sua bundinha, e eu gozava muito em ver aquilo, que vontade que eu sentia de entrar na sala naqueles momentos, chegar bem perto de minha mãe e pedir a ela que deixasse eu também brincar na caceta dele, pois ela não era sua única proprietária, eu também fazia parte daquilo. Ficava na ante-sala brincando com minha xaninha, gostava de vê-la soltar seu liquido viscoso, passava meus dedos bem dentro de meus lábios vaginais e levava-os a boca para que fossem sugados, isso eu fazia diversas vezes, era gostoso, pois eu sabia que depois que minha mãe fosse embora, eu com certeza iria ter aquela caceta todinha para mim, era sempre assim, ele gozava em minha mãe e gozava em mim. Numa das vezes em que minha mãe lá esteve, chegou uma menina muito lindinha, estava toda soltinha dentro de seus vestinho, uma beleza a menina, pensei comigo... lá foi a foda da minha mãe para o espaço, como eu estava enganada. Sai e voltei rapidamente para o meu lugar, ou seja a ante-sala, e escutei gemidos de duas mulheres, olhei e vi minha mãe mamando a xaninha daquela menina, enfiava os dedos em sua bucetinha, em seu cuzinho, sugava o grelhinho até estica-lo ao máximo, a menina gemia e pedia mais, queria mais de qualquer forma, ele dividia sua caceta entra a boca de minha mãe e a boca da menininha, até que ele atolou todo seu cacete no rabinho daquela menina, e minha mãe vestiu um consolo e penetrou a xaninha dela, ela estava entalada pelos dois lados, e rebolava, pedia mais, queria gozar, queria morrer como ela dizia quase que chorando... eu estava fora de mim e alucinada entrei na sala e fui direto aos labios de minha mãe, queria sugar aquela boca com gosto de buceta, e de imediato minha mãe correspondeu, beijou-me, sugou-me, apertou-me os peitinhos, deu palmadinha em minha bundinha, fez-me segurar o consolo que estava dentro da bucetinha da outra, enfim foi uma loucura só e ele estocava sua caceta dentro daquele cuzinho... eu queria dar de qualquer jeito... pedi, chorei, minha mãe pegou-me pelos cabelos e levou minha cabeça em direção a bucetinha daquela menininha, e eu obediente comecei a chupar aquela bucetinha e a beijar os labios de minha mãe, que coisa gostosa eu estava sentindo que era chupar uma mulher, nunca havia feito, mais senti dentro de mim como era gostoso... e chupava mais, e mais, e a menina gritava, chorava e pedia para que eu continuasse a chupa-la. Em dado momento minha mãe tira o consolo de dentro da bucetinha da menina, manda que eu o chupe todo até seca-lo, coisa que fiz de imediato, deita-me encima da mesa de trabalho dele e procura encaixa-lo na minha bucetinha, eu alucinada abro bem as minhas perninhas e minha mãe começa a penetrar-me com aquele consolo, que para mim, era a caceta dele que estava entrando dentro de mim, e a cada espasmo meu, minha mãe alucinada enfiava-o até o final, estava totalmente entalada pôr um consolo, tinha finalmente achado meu cabacinho e o mais tesudo de tudo é que a minha própria mãe o havia tirado. Eu estava muito feliz, estava gozando como mulher naquele momento, então ele tira sua caceta do cuzinho da menina, e o coloca no cuzinho de minha mãe, formando um trenzinho, ele comia o cuzinho de minha mãe, eu era comida pela minha mãe e ainda pôr cima a menina veio para cima da mesa, agachou-se de cócoras sobre o meu rosto e eu tinha toda sua bucetinha para chupar, faze-la gozar da mesma forma que eu estava gozando. Daquele dia em diante, durante muito tempo, passei a ser fêmea para ambos, ou seja, para minha mãe que sempre me comia e para ele que diariamente me comia, comecei a aprender a gostar de chupar uma bucetinha, pedia sempre a ele que levasse meninas para que pudesse chupa-las, e ele sempre atendia aos meus pedidos, e assim comecei uma nova etapa de minha vida, e detalhe, eu ainda não havia chegado aos quatorze aninhos, era na realidade uma ninfetinha que vivia para o sexo, gostava de fuder com minha mãe, com ele e com outras meninas que ele trazia para mim. Detalhe maior é que em nossa casa a relação era de mãe e filha, mais quando estávamos juntas na sala dele, nossa relação era de duas putinhas disputando a mesma caceta, era de duas putinhas ávidas em terem suas bucetinhas chupadas uma pela outra. Se quiseres que eu te chupe gostoso também, fazer com que sua bucetinha derrame seu gozo em meus lábios, contacte-me através meu e-mail , vou adorar faze-la de minha putinha.

Tive meu cu arrombado por 3 picas




Sempre tivemos vontade de ter algumas aventuras mais ousadas. Somos um casal de namorados relativamente jovem e experiente. Ela (Valentina) tem 27 anos, branquinha, cabelos pretos, seios pequenos e duros, com um piercing no mamilo, uma bunda linda e coxas grossas. Quase sempre depila a boceta pra se sentir tarada e me deixar tarado também. Eu tenho 35, sou magro, branco, cabelos pretos, e tenho um pau entre médio e grande. A maior vantagem é que meu pau não é muito grosso e é ideal para fazer sexo anal. Ela adora dar a bundinha e quase sempre eu a como. Começo fudendo sua boceta linda e depilada de ladinho, e logo depois enfio meu pau já bem duro no seu cu, já devidamente lubrificado depois de lambê-lo bastante, enfiar dois, três dedos e deixá-la louquinha. Enquanto como seu cuzinho ela me pede e eu enfio um consolo de 20 cm por 6 de diâmetro na sua boceta. Ela goza como uma louca, muito forte e muito intensamente, até cair de lado, exausta. Algumas vezes peço pra ela sentar-se nesse consolo, bem mais grosso que meu pau, pra abrir mais seu cuzinho ou sua bucetinha, antes de eu meter. Ela fica tão tarada enquanto enterra esse pau enorme no cu e chupa meu pau ao mesmo tempo, que adora quando eu proponho, durante a nossa transa, coisas mais ousadas. Peço pra ela imaginar um pau no seu cu, outro na sua boceta e uma bocetinha linda e depilada na sua boca; dois paus na sua boceta ao mesmo tempo (fantasia dela); ela chupando o cuzinho de uma menina enquanto fodo ela de quatro, tirando da buceta e pondo no seu cu, tirando do seu cu e pondo na sua boceta. Já fizemos isso uma vez e foi maravilhoso. Ela é bi, já havia tido algumas experiências com outras meninas, mas nunca a três. Quando finalmente chamamos uma garota de programa, adoramos! Principalmente ela, que ficou com dor na língua de tanto comer, chupar, beijar, lamber a boceta da menina.. Queríamos experimentar fazer sexo com mais um homem (ela estava louca pra fazer uma dp de verdade e eu para vê-la gozando com dois paus dentro dela), com mais um casal e com várias pessoas ao mesmo tempo. O ideal, nesse caso, é que fosse sempre um número ímpar: cinco, sete, nove... de tal maneira que rolasse sexo bi (entre elas ou entre eles). Minha fantasia era chupar sua boceta e seu cuzinho enquanto ela era penetrada e depois chupar o pau que a comia e deixá-lo gozar na minha boquinha. Sentir aquele gosto de porra e boceta ao mesmo tempo. Ela queria ser comida e depois queria que gozássemos juntos nos seus peitinhos. Outra fantasia dela era dar o cuzinho de quatro, pra nós dois, que a comeríamos alternando: um pouco um, um pouco outro, e gozaríamos os dois no seu cu, que ficaria todo ensopado de porra. Enfim realizamos essa fantasia. Conheci um menino, bi, num chat de uma casa de swing e trocamos algumas fotos. Ele propôs que nos encontrássemos, saíssemos, bebêssemos algo e se rolasse afinidade... Conversamos nós dois e achamos meio constrangedor isso, essa função toda. Melhor seria já nos encontrarmos num motel, já meio altinhos pelo vinho que estávamos bebendo para dar coragem, e aí as coisas rolariam mais naturalmente. Ele perguntou se eu curtia ficar com ele e eu disse que nunca havia ficado, mas que tinha certa curiosidade em experimentar. Se na hora eu me animasse, sentisse atração até poderia rolar, sem problemas. Ele era um moreno claro, musculoso, de uns 25 anos, depilado, com um pau um pouco menor que o meu, mas mais grosso. Tinha uma bundinha bem bonita que só de olhar já deixou minha namorada bem excitada. Ele sugeriu então levar mais um amigo na transa. Confesso que ficamos receosos. Logo na primeira, três homens... ela ponderou. Mas os dois estavam tão tarados que, numa loucura, dissemos que sim. OK. Mas só se faria o que ela quisesse e como quisesse. Combinado o local, eles nos esperariam no quarto, já “prontos” e nós chegaríamos em pouco tempo. A Val tomou um banho, se arrumou, pôs uma saia curtinha, sem calcinha, uma blusa transparente que deixava seus lindos seios à mostra e uma sandália de salto alto. Linda assim e disposta para o crime chegamos lá. Os dois já estavam se curtindo, o que nós deixou entre acanhados e excitados. O outro menino deveria ter uns 18 ou 19 anos, era bi, branquinho como nós, de cabelos pretos e encaracolados. Eles tiraram nossas roupas e começamos uns amassos onde não dava pra saber onde começava um corpo e terminava o outro. Ela então se agachou, pediu que os três ficássemos em volta dela, de pé, e foi chupando o pau de cada um.. Era uma delícia vê-la louquinha pegando um pau e largando o outro, alternando chupadas, lambidas... Enquanto batia punheta para dois, chupava o terceiro. Nunca a vi tão putinha e tão desinibida. Para minha surpresa e tesão, falou que queria dar o cu pros três naquele momento. Não agüentava mais de excitação. Pus ela de quatro, passei uma venda nos seus olhos com a fronha do travesseiro e sussurrei no seu ouvido que queria que ela adivinhasse, só pelo tamanho, pela grossura, pela forma de fudê-la, de qual de nós era o pau que entraria nela. Ela tremeu de tesão.. Dei umas lambidas no cuzinho dela, passei bastante gel, e trouxe o primeiro rapaz pra perto dela. Ele se pôs atrás, com o pau já duríssimo apontando para aquela bunda arrebitada. Eu dei umas chupadinhas no seu pau, deixei-o mais molhado e com minha mão direita apontei a cabeça daquele pau a ponto de explodir de duro pro cu dela. Fui enfiando o pau dele devagar até sumir na sua bundinha. Ele meteu no cu dela por uns três, quatro minutos. Não agüentando só olhar, pedi que ele saísse e meti um pouco também. Enfiava meu pau inteiro e tirava ele inteiro também enquanto ela gemia e pedia pra comê-la mais. Rapidamente, puxei o outro menino que olhava tudo de um sofá, se masturbando com aquela cena deliciosa, e pedi, no seu ouvido, pra ele comê-la bem forte. Ficamos os três nos revezando por uma meia hora, quarenta minutos naquele cuzinho enquanto ela, ainda vendada, se masturbava. Ela já havia gozado várias vezes, gemido, gritado, xingado, urrado de prazer, até que cada um, não agüentando mais, começou a esporrar naquele cu delicioso. Quando ela finalmente se levantou, pode sentir a porra dos três escorrendo por suas coxas. Havia tanta porra que descia até suas canelas. Seu cu estava bem aberto e ela extasiada de tanto gozar. Um dos garotos agachou-se atrás dela, abriu sua bundinha e, com a língua, deixou aquele cu limpinho, bebendo todo o nosso gozo, lambendo desde os seus pezinhos até a dobrinha da sua bunda, toda labuzada de porra. Diante daquela cena, nós dois subimos na cama e ficamos com os paus na altura dos peitinhos dela. Ele me masturbou e eu o masturbei até gozarmos naqueles seios lindos. Se gostou da nossa primeira história, nos escreva. Conte o que quer fazer conosco. Você pode ser menino ou menina, hetero ou bi. Estamos de hoje em diante a fim de curtir de tudo.

Os amiguinhos de meu irmão


Meu nome é Márcia, tenho 17 anos e gostaria de compartilhar uma perversãozinha que fiz ontem e anteontem, 12 e 13 de fevereiro de 2008, com uns coleguinhas do meu irmão mais novo. Bom, para deixar a coisa mais realista e gostosa, vou descrever meu físico. Sou morena, 1.66m, 59Kg, seios médios com bico grande, cintura fina, bunda grande (como toda boa descendente de mulatos), olhos castanhos escuros. Sou estudante e as coisas que mais amo são malhar (4 horas por dia) e ficar na praia (religiosamente todos os dias). Bom, acho que já dá pra ter uma imagem de mim, né? ; ) É o seguinte, tenho um irmão de 13 anos, e ele tem vários amigos e colegas de escola da mesma faixa etária, e vira e mexe ele leva o pessoal em casa. Como meus pais estão de férias viajando até a semana que vem, então eu não vi problemas em deixar meu irmão trazer dois de seus melhores amigos pra casa para dormirem alguns dias aqui, se divertindo e zoando como sempre, então ele trouxe um amigo branquelinho de 12 anos e um amigo de 14 neguinho. Até aí tudo bem, eu achei os dois umas gracinhas, todo alegres e tal. A única coisa que pedi é para não me enxerem o saco e me deixarem à vontade em casa, como gosto de ficar, então desde o primeiro dia (11 de fevereiro) fiquei andando em casa de biquíni fio-dental com um short, pois ta um calor infernal aqui! Obviamente os dois amiguinhos do meu irmão ficaram me secando direto, mas eu achei até gostoso, sei lá, acabei sentindo um pouco de tesão por serem tão novinhos e inexperientes. Chegou de noite e eles foram pro quarto e eu fui dormir de boa na sala assistindo TV, e acabei pegando no sono. Repentinamente, no meio da madrugada, acordei com a sensação de alguém no escuro me observando, então fiquei com o olho levemente aberto e paradinha, quando vi que os dois amiguinhos do meu irmão estavam me olhando encantados, pois o lado esquerdo do meu biquíni havia saído do lugar e meu seio estava de fora, exibindo uma marca bem forte de bronzeado. Fiquei curiosa e esperei...o neguinho muito assanhadinho não perdeu tempo, se agachou na minha frente e bem de leve tocou meu seio e ficou estático...achei aquilo o máximo! O branquelinho ficou com cara de apreensivo com medo que eu acordasse e tentou puxar o outro, que nem se mexeu. O neguinho ficou uns 10 minutos me acariciando de leve, até que tomou coragem para colocar a língua e lamber meu seio, e eu fui deixando para ver até onde ele ia, e não é que o safado ficou lambendo quase meia-hora! Aí fiz menção de me virar e os dois ficaram apavorados e correram pro quarto. No dia seguinte agi normalmente e os dois sempre me fitando com timidez, então inventei um papo com meu irmão e comentei que eu durmo feito pedra, que nem uma explosão me acorda, só para ver o que os dois fariam naquela noite. Quando chegou a hora de dormir, fui pro meu quarto e deixei a porta aberta por causa do calor, e como eu tinha certeza que os dois viriam novamente com tesão de iniciantes, dormi totalmente nua! Não deu outra, menos de uma hora depois os dois entraram no quarto e um deles até suspirou quando viu que eu estava nua, mas estava coberta ainda, então o neguinho me descobriu bem devagar para não me acordar e deu uma cutucada no meu braço com o dedo pra ver se era verdade que eu não acordo por nada neste mundo (mentira hihihi), e eu nem me mexi. Os dois levaram um tempo me apreciando, até que conversaram alguma coisa bem baixinho e tiraram as roupas...e eu fiquei toda empolgada com a situação, era muito excitante! Desta vez o branquelinho começou a chupar meus seios devagar e ficou todo durinho, na hora! Então o neguinho veio e timidamente me deu um beijinho na boca, em seguida outro...eu estranhei, quando de repente entendi o porque...ele estava vendo se eu não reagia com algo em meus lábios, e quando saquei isso prontamente fiquei de boca aberta como se estivesse respirando pela boca. O neguinho ficou olhando todo ansioso até que resolveu tomar uma atitude...do nada ele colocou o pinto dele na minha boca e, MEU DEUS, como um garoto de 14 anos tinha um pinto grosso e com uns 17 centímetros?????? Bem que dizem que negão tem pinto grande...e era grosso mesmo, sei lá como medir, mas era mais grosso que o normal. Ah eu não agüentei, comecei a chupar de leve como se fosse uma reação normal do meu corpo, para manter a ilusão de que eu estava dormindo e não sabia nada...nossa ele ficou doido, gemendo baixinho e eu chupando devagar, passando a língua em volta da cabecinha e chupando, aí o branquelinho ficou todo empolgado e eles trocaram um pouco de lugar...claro que o branquelinho tinha um pintinho pequeno, mas tudo bem, era só para me divertir um pouco, então fiquei chupando. Como eu sei que nesta idade o menino não produz espermas ainda, só um líquido meio doce, então chupei com gosto o branquelinho e não deu outra, ele gozou em menos de 3 minutos, e tava gostosinho mesmo, bem doce, aproveitei e engoli. O neguinho ficou doido e logo meteu o pinto dele de volta na minha boca e eu voltei a chupar, mas desta vez eu chupei com força e enfiei até o fundo da garganta lambendo o saquinho lisinho dele com a ponta da língua, ele gemeu baixinho e gozou um monte, mas também não era ruim. Então os dois voltaram pro quarto e eu voltei a dormir. Não havia imaginado, mas acordei molhadinha de tesão com a situação, então resolvi pegar pesado na noite seguinte. O dia se passou e fomos pra cama novamente, fiz o mesmo esquema e dormi nua, eles apareceram e fizeram a mesma coisa, mas desta vez eu chupei só o neguinho e fiz ele gozar, mas quando ele gozou e ia tirar o pinto da minha boca eu não deixei, chupei com força para ele não tirar e fiquei chupando feito uma louca até endurecer de novo, e eles ainda achando que eu estava dormindo (como alguém poderia chupar tão bem dormindo?). Quando ficou duro de novo, cuspi o pinto dele e me virei de costas para eles como quem está dormindo e simplesmente se mexeu, mas fiquei com as pernas encolhidas e empinei minha bunda pra eles...ah os dois na hora começaram a falar baixo todo empolgados coisas como “Nossa, caralho que bunda grande! Que bunda linda! Que gostosa!”. Aí eu fiquei doida e acariciei minha bunda pra eles verem. Não deu outra, o branquelinho logo foi lamber meu cuzinho e ficou lá um tempo, depois o safadinho estava tão excitado que colocou a cabecinha no meu cuzinho e foi tentar entrar...como eu já fiz isto antes, relaxei bem e deixei minha bunda bem abertinha pra ele, e ele foi entrando gostoso devagarinho e gemendo, segurando minha bunda de leve, mas depois de umas 5 mexidas dentro da minha bunda ele gozou e me melou todinha, aí o espertinho do neguinho aproveitou que meu cuzinho estava lambuzado e forçou a entrada...devo confessar que daquela grossura nunca tinha entrado, mas graças ao gozo do branquelinho o pinto dele foi entrando com dificuldade mas entrou, e quando passou a cabecinha escorregou com tudo pra dentro de uma vez e eu não consegui segurar e soltei um gemido meio alto. Os dois ficaram estáticos, ma eu fingi que estava dormindo ainda e então ele começou a mexer. Em questão de 2 minutos o safado pegou o jeito e, como ele já havia gozado na minha boca, resistiu bem minha bunda, e começou a mexer mais rápido e colocar e tirar de dentro do meu cuzinho...como ele aprendeu bem! E eu tava ficando louca com aquele pinto delicioso me comendo tão gostoso e comecei a gemer baixinho, ele ficou mais doido e começou a bombar com força na minha bunda sem medo, apertando minhas nádegas com força. O branquelinho não resistiu e foi até o outro lado da cama e colocou novamente o pintinho dele na minha boca, e eu fui chupando freneticamente, e ele começou a gemer também, quando notei estávamos todos gemendo e metendo como loucos. O branquelinho ficava intercalando entre chupar meus seios e meter o pinto na minha boca, e o neguinho estava firme e forte no meu cuzinho, doido de tesão, batendo com força dentro. Resultado, eu não agüentei e levantei logo, os dois ficaram assustados na hora, mas logo que o neguinho caiu no chão assustado eu fiquei de 4 e caí de boca no pinto dele olhando bem pra cara dele com cara de safada, aí o branquelinho não agüentou e meteu o pintinho dele no meu cuzinho e começou a bombar com força também, e eu chupando aquele pinto delicioso e negro....ai nossa, que TESÃO!!! Então ficamos numa meteção louca, com os dois intercalando entre minha boca e meu cuzinho, então eu fiz logo o neguinho ficar sentado na cama, sentei gostoso com minha bunda no pau dele e fiz o branquelinho comer minha xoxotinha...NOSSA QUE LOUCURA QUE FOI!!! Nunca havia feito dupla-penetração antes por receio, mas com o pintinho menor do branquelinho foi tranqüilo e nós aproveitamos muito feito loucos por quase 1 hora seguida, então ajoelhei no chão e chupei os dois feito uma louca, até as bolas, e fiz os dois gozarem gostoso nos meus seios e na minha boca, depois fiquei chupando os pintos deles pra limpar do gozo e comecei a chupar meus seios pra limpar...me senti muito piranha na hora, mas estava uma delícia...e não é que os dois começaram a se excitar novamente? Então repetimos a dose, igualzinho até o final, mas durou menos tempo. Que experiência louca e deliciosa, e querem saber? Não só gostei como repetirei, pois os dois ainda estão em casa até a semana que vem! (Não vejo a hora de chupar aquele pinto gostoso de novo e rebolar sentada nele....UHHHH!!!)

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Garota maniaca por pica


Quando eu tinha 24 anos estava namorando sério e forte fazia mais de dois anos. Eu transava com meu namorado todo dia, sem falta, a não ser que não nos víssemos, o que era raro. Mas quando ele teve que viajar um mês e meio a trabalho é que eu descobri o quanto poderia sentir falta daquilo.Depois de duas semanas eu já não me aguentava mais, precisava muito de uma vara na minha bucetinha me fudendo gostoso e acalmando todo meu tesão. Me tocar sozinha já não estava adiantando muito. Falva com meu namorado quase todo dia e contava tudo pra ele, que prometia voltar logo pra me comer.No meio da terceira semana umas amigas me convidaram pra sair no fim de semana pra extravasar. Eu pedi pro meu namorado, ele relutou muito mas acabou deixando eu ir, era uma baladinha tranquila.Quando chegou no sábado, o dia combinado, eu já acordei doida de tesão, nada resolvia. E de tarde aconteceu o que não devia. Um amigo meu de muitos anos me ligou dizendo que iria passar na minha casa pegar alguns dvds que estavam comigo, eu falei ok. Logo tocou a campainha e eu fui atender. Só quando vi o olhar dele pra mim é que percebi a roupa que eu estava. Do jeito que eu sempre ando em casa, ainda mais estando sozinha. Uma sainha bem curtinha e uma camiseta que deixa minha barriga de fora.Ele percebeu que eu fiquei meio constrangida e disse que não precisava ficar assim, afinal já tínhamos ficado algumas vezes no passado, e estava tudo bem. Convidei ele pra entrar e fomos até meu quarto pegar os dvds.Por onde eu ia ele ficava me comendo com os olhos. Aiai e eu com todo aquele tesão, minha bucetinha pedindo um cacete, e meu amigo que era meu ficante muito tempo atrás ali me comendo com os olhos. Mas é lógico que como eu tinha namorado não achava que ia acontecer nada ali.Mas quando eu sentei na cama acabei mostrando sem querer minha calcinha pra ele, afinal minha sainha era bem curta. Quando viu ele ficou doido e disse que eu tinha namorado e me respeitava mas daquele jeito estava ficando difícil. Eu pedi desculpas e disse que era melhor eu ir por outra roupa e já voltava. Mas ele insistiu que não precisava.Até ai foi tudo bem, mas acabei dando bobeira mais duas ou três vezes e acaba mostrando minha calcinha branca pequeninha atolada na minha bucetinha pra ele sem querer. Então uma hora eu fiquei de pé e ele não resistiu e me encoxou. Eu disse pra ele parar, várias vezes... mas não teve jeito, porque ele estava roçando o pau duro na minha bundinha e ai eu fui me derretendo e me entregando, quando ele percebeu já era.Me jogou na cama e tirou sua pica pra fora e veio pra cima de mim me beijando. Apesar de não estar pensando mais em nada, eu deixei rolar afinal eu sabia que ele metia gostoso, não ia dar problema nenhum depois porque no passado fazíamos isso e ninguém enchia ninguém no dia seguinte. Na verdade eu tava precisando muito dar a minha bucetinha.Não demorou muito e ele meteu a mão dentro da minha calcinha e foi enfiando seus dedos em mim. Eu disse pra ele me fuder logo e logo eu já estava sem minha calcinha e com a tora dele dentro de mim. Nossa como ele mete gostoso, eu estava indo a loucura de tesão, que delícia.Depois de dez minutos mais ou menos metendo em cima de mim ele me botou de quatro e continuou metendo por muito tempo até gozar dentro da minha bucetinha. Dei uns beijos gostosos nele, nos abraçamos e depois ele foi embora. Disse que me ligava no dia seguinte, e eu gostei da idéia.Isso resolveu meu problema durante a tarde, mas quando chegou a noite e sai com três amigas minhas, o tesão e a vontade de dar voltou com tudo. Mas agora eu não tinha quem me comesse, pensei em ligar pro meu amigo pra ele ir na minha casa mais uma vez depois, mas decidi fazer isso depois.Mas no meio da pista de dança da baladinha um primo gostoso de uma das minhas amigas ficou me cantando, se esfregando em mim, parecia saber do que eu estava precisando. A minha amiga veio no meu ouvido e falou que tudo bem em eu ficar com ele, ningúem iria saber, se eu quisesse. Eu achei essa idéia a melhor de todas!Ele me disse que estava de carro e eu já me convidei pra irmos dar um passeio, sair dali. Quando chegamos na garagem ele já veio me beijando e passando a mão em mim por dentro do meu vestido.Ai não deu outra, eu dei pra ele ali mesmo. Quando ele tirou o pau pra fora da calça eu dei um gemido só de ver, que delícia, era muito grosso, Cai de boca nele. Depois dei de quatro e cavalguei na pica dele enquanto ele metia o dedinho meu cuzinho, que adoro isso, apesar de nunca ter dado ele.Depois eu fiquei chupando mais aquela pica gostosa e ai pude ver de pertinho e prestar atenção como era grossa, dura, grande, cabeçuda e que porra gostosa ele encheu na minha boca...Então tive que levar ele pra dormir na minha casa. Fiquei trepando com ele e com meu amigo um em cada dia até meu namorado voltar.O problema é que não quis mais parar depois que ele voltou, viciei na pica do primo da minha amiga. E isso acabou terminando meu namoro cinco meses depois. Nunca dei tando a minha buceta como nesses cinco meses, pros três, alguns dias os três no mesmo dia... o que era uma loucura. Eu amo ficar toda esfolada...

Tive meu rabo todo arregaçado


Meu nome é keila e sou cunhada da Nice (casada com o irmão dela); passando uns dias com eles na chácara, reparei que quando o meu cunhado não estava ela tinha mais liberdades com o Luís, amigo deles, vizinho de chácara; fiquei na minha como sem ter percebido nada. Certo dia fui caminhar sozinha e quando voltava, vi a Nice entrando na casa do Luís, que tinha chegado naquele momento; curiosa, esperei um pouco e fui até lá, chegando perto da porta ouvi gemidos; a Nice gemia e falava alguma coisa que eu não entendia, adentrei a casa e fui sorrateiramente até peto da porta de um dos quartos que entreaberta, dava para ver a Nice de quatro e o Luís socando a vara nela; eu via o pau entrar inteiro e sair novamente num vai e vem ritmado; fiquei paralisada com a visão, mas ao mesmo tempo excitada já que meu marido tinha viajada para fazer um curso pela empresa há mais de 20 dias; senti minha boceta molhar, mas assustada sai devagar e fui embora tomar um banho para me acalmar. Depois de algum tempo a Nice apareceu normalmente, preparamos o jantar, conversamos e fomos dormir. No dia seguinte, estava muito sol e a Nice convidou o Luís para nos acompanhar na piscina; ele fez uma jarra de caipirinha de vodka com maracujá, colhido ali mesmo no pé. Estava muito calor e aquela caipirinha deliciosa, ficamos ali bebendo; a Nice colocou uma música e tirou o Luís para dançar, se esfregando toda nele; ela estava com um biquíni pequeno e pude ver ela encaixar o volume do pau dele bem na xota dela, e rebolava, esfregava; ela veio trazendo ele até próxima ao banco onde eu estava e me pegando pelo braço falou dança um pouco com ele, balbuciei alguma coisa a título de negativa mas ela nem deu bola e me empurrou de encontro a ele; no início fiquei inibida, mas as caipirinhas, o volume do pau dele e a falta de sexo me excitaram e dancei gostoso me encaixando como ela e rebolando naquele volume gostoso. Sentia meus seios intumescidos, durinhos, a bocetinha molhada, seus braços fortes a me envolver; sentia minha bocetinha cada vez mais molhada. Seu pau estava super duro, eu forçava meu corpo contra o dele, sentindo o volume todo de seu pau, duro, latejando. Não agüentava mais o tesão; a Nice veio por trás e me abraçou, fazendo um sanduíche, meu corpo no meio dos dois; tentei sair, mas ela me segurou forte, fomos dançando e ela nos direcionou para o vestiário da piscina, minha boceta estava pegando fogo; chegando no vestiário, a Nice soltou a parte de cima do meu biquíni, , meus seios livres pareciam que iam explodir de tão duros que estavam. Já não agüentava mais. Fui então esfregando minha bocetinha no volume sob o calção dele; comecei a acariciar suas costas; a Nice começou a me acariciar os seios, beijando-me as costas, perdi o controle e coloquei minha mão sobre o volume do cacete dele e passeia a alisa-lo; a Nice percebendo isso, abaixou a parte de baixo do meu biquíni, me deixando nua; enfiei a mão no calção dele até tocar naquele cacete, que já estava super duro; com o toque percebi que seu cacete deveria ser grande, o volume era enorme, bem maior do que o do meu esposo. Ajoelhei e fui abaixando seu calção, deixando a mostra um enorme pau, bem maior que o do meu esposo o único homem que havia tido relações sexuais em minha vida; era grande e grosso, muito maior que do meu marido. Abocanhei aquele cacete e comecei a chupa-lo. Seu pau enchia minha boca e com a língua estalava naquela cabeçona, engolia a cabeça, subia e descia com a língua até a base e voltava; Luís gemia gostoso e isso me excitava ainda mais, estar ali com minha cunhada, irmão do meu marido, chupando um cacete enorme, fazendo aquele macho gemer, ele tirou seu cacete de minha boca, deitou sobre o banco e me posicionou por cima, e caiu de boca em minha xoxota, iniciamos um 69 delicioso, ele passava a língua em meu clitóris e enfiava a língua na minha boceta, eu chupava o cacete dele e era chupada ao mesmo tempo. Gozei em sua boca, ele sugava todo meu gozo, enfiava a língua, me deixando toda corpo arrepiada. Não agüentando de tesão eu pedi:- Vem, me fode, vem, me come, enfia este cacete na minha boceta, vem.Deitada, arregacei bem as pernas para facilitar a penetração, olhei para o mastro e eu fiquei com medo, pensava que aquele cacete ia arrombar minha boceta, ia me arregaçar toda. Mas o tesão era maior que o medo, minhas pernas arreganhadas esperando aquele cacete para me foder. Ele posicionou a cabeça, senti um pouco de medo, ele esfregava seu cacete na minha xoxota, lentamente foi introduzindo a cabeça do pau, sentia dor, minha boceta se dilatando e recebendo aquele cacete, ao passar a cabeça foi um misto de dor e tesão, que arrancou um gritinho meu, com carinho, ele foi fazendo um movimento lento de vai e vem e aos poucos foi enfiando cada vez. Sentia aquele caralho penetrando em minha boceta, alargando ela. Quando mais da metade entrou ele aumentou o ritmo do vai e vem, a dor aumentou, gemia alucinada, agarrava ele e mandava socar tudo, por tudo que eu queria ele inteiro, queria o caralho inteiro na minha boceta; não demorou eu gozei naquele cacetão, gritando e pedindo para ele me foder, enfiar tudo e me arrombar. Eu não tinha percebido, mas o cacete já tinha entrado inteiro em minha boceta e a cada estocada gemia com um misto de dor e tesão, ele socava cada vez mais forte, e assim gozei fui gozando; ele me colocou de quatro e de uma só vez enfiou seu cacete; senti o saco dele batendo em minhas nádegas, entrava tudo, parecia sentir o toque da cabeça no meu útero, arrancando urros de dor e prazer, me sentia sendo arrombada, sendo arregaçada. Ele socava seu pau todo na minha boceta, eu gemia e rebolava naquela vara; ele socava o pau com força e num ritmo alucinante, metendo fundo e rápido, sentia o pau latejando, as veias pulsando na minha boceta, ele socava cada vez mais rápido e violentamente na minha boceta, eu só urrava e gemia, ele socou assim até gozar inundando minha bocetinha, não agüentei e gozei outra vez. Me larguei quase desfalecida. Após uns 20 minutos fomos tomar um banho. Eu estava dolorida, a água quente fazia minha boceta arder; ele me ensaboa inteira com carinho, fazendo carícias nos seios, na xaninha e na bundinha; a Nice entrou abocanhou o cacete e fez uma gulosa que deixou o cacete dele duro como antes. A Nice fez eu abocanhar aquele caralho gostoso, empinando a minha bundinha, ela ensaboou e lavou meu rabinho então começou a chupá-lo; me arrepiei todinha, sentindo a língua no meu anus, era um misto de horror e de tesão; tentei sair mas ele me segurou forte pelos ombros, ela continuou lambendo e aos poucos foi enfiando um dedo, dois, alargando meu rabinho. Luís então desligou a água e ensaboou o se caralho duro, me virou de costas, me abraçou e começou a me acariciar os seios com o cacete roçando minha bundinha; adivinhando a intenção dele, pedi para não colocar que meu rabo era virgem e o pau dele muito grande iria me machucar; ele me colocou de quatro e colocou o cacete na entradinha do meu anus, com medo comecei a chorar e implorar para ela não colocar no meu rabinho, delicadamente ele foi forçando a entrada e eu gemendo, a cabeça ao entrar me fez gritar de dor, parecia que tinha rasgado meu cu de tanta dor, ele foi metendo aquela vara enorme na minha bunda e eu quase desmaiando de dor, nem conseguia mais gritar; eu com as mão apoiadas no azulejo e ele com sua vara atolada em minha bundinha, segurando em minha cintura e socando forte; a dor era dilacerante e eu nem tinha forças para gritar, apenas urrava e gemia, chorando sentindo o arrombamento do meu cuzinho, minhas pernas estavam moles, bambas, mas o tesão era enorme, saber que estava sendo rasgada por aquele mastro, engolindo tudo no cuzinho, agüentando aquele macho gostoso, o tesão foi aumentando e comecei a empurrar os quadris de encontro aquela vara, facilitando a penetração, urrei, chorei, rebolei, mas agüentei aquele caralho inteiro a me arrombar o cuzinho, quase desmaiando de dor me larguei, mas a Nice falou que eu era fraquinha, que não tava agüentando, que no dia em que eu a vi ela estava dando o cu pra ele e agüentou tudo pedindo bis; aquilo mexeu com os meus brios de mulher, de fêmea e não querendo ficar atrás dela, voltei a rebolar como doída pedindo para ele fuder, me arrombar que eu iria mostrar pra ela como se dava o cuzinho; ele ficou ensandecido com minhas palavras e socava cada vez mais forte, mais fundo no meu cu, eu gritava alto, chorava urrando alto, ele socou violentamente no meu cuzinho até me encher de porra, gozei pelo cu sentindo ele piscando apertando aquele caralho maravilhoso que tinha me arrombado toda, mas tinha me dado o maior prazer de minha vida; mal conseguia ficar de pé, acabamos de tomar o banho sentados mesmo. Voltei para a casa e fui direto para o quarto, minha boceta e minha bundinha estavam toda ardida, esfolada, toda estourada. No dia seguinte mal conseguia levantar, toda esfolada e ardida; a Nice me entregou uma fita de vídeo e pediu para ver no quarto; estava quase tudo filmada, assustada perguntei por que ela fez aquilo e ela sorrindo falou que era a garantia dela, que eu não tinha que ter bisbilhotado no dia que ela deu para o Luís e que tinha uma cópia guardada para qualquer eventualidade. A vaca fez de propósito, mas eu adorei levar aquela vara gostosa.......... e agora ela ter que dividir aquele caralhudo comigo....................

Meu amigo bebado comeu minha mulher


Uma de minhas fantasias era ver minha mulher transando com outro homem, embora ela ficasse excitada quando eu estava transando com ela e falasse o nome de outros homens ela nunca aceitou na realidade pois achava que era imoral por isso só ficava na fantasia, Até que um dia quando eu chegava do trabalho tarde da noite pois eu sempre vinha no ultimo ônibus encontrei com um colega que morava no centro e tinha perdido o ônibus pois estava muito bêbado e como eu conhecia ele e ele já tinha me ajudado muito resolvi leva-lo para minha casa, quando chegamos em casa minha mulher que veio abrir a porta estranhou de eu esta carregando um desconhecido e acima de tudo bêbado eu então expliquei para ela que não era nada e falei para ela quem era ele quando ela caiu em si na roupa que estava usando ela falou que iria troca-las mas eu falei que não precisava e que ela tinha que me ajudar pois ele mal agüentava de pé; no momento ela vestia uma camisola transparente e por baixo um conjunto de sutiã e uma pequena calcinha vermelha que mal tampava a xaninha dela pela frente e por trás era enfiada na bunda deixando a mostra uma bunda redondinha e gostosa, pois ela sempre me esperava de uma maneira provocante, após colocarmos ele no sofá pedi a ela que fizesse um café forte enquanto eu tomava um banho. Enquanto eu tomava um banho eu pensava na fantasia que eu tinha de ver minha mulher transando com outro mas o meu colega estava muito bêbado embora ele fosse um garanhão pois não podia ver uma mulher, principalmente aquela gata semi nua na sua frente quando sai do banho minha mulher me esperava para servi o café; quando demos o café para ele como a xícara estava quente ele deixou cair em cima de sua calça um pouco de café , como minhas roupas não serviria nele sugeri que tirássemos e passasse uma água e que de manha já estaria em condição de uso, quando tiramos sua calca ele usava uma sunga de malha fina e dava para ver o volume de seu cacete o que dava para notar que apesar de estar bêbado ele observou minha mulher e já estava ficando de pau duro. Notei que minha mulher ficou excitada ao ver aquele volume sob a sunga do meu colega, pois ela não tirava os olhos fingi que não tinha notado nada, quando ela saiu para passar água na calça, ela saiu devagar ficando mais ainda provocante, com isso eu ficava com mais tesão, quando fomos dormir para provocar mas minha mulher eu virei para o canto e falei que estava muito cansado, ela ficou impaciente pois não conseguia dormi, certa hora da noite notei que ela levantava e se dirigia em direção a Sala, pensei que ela iria apagar a luz que meu colega tinha deixado acessa , como ela demorava e eu ouvi uns barulho vindo da sala ,levantei e fui ver o que estava acontecendo fiquei boquiaberto com o que via :meu colega deitado e alisando minha mulher enquanto ela chupava seu cacete que mal cabia em sua boca ela chupava com tanta vontade como nunca vi depois ele puxou ela para cima dele e começou a chupar sua boceta fazendo um 69 depois de muito chupa ele pediu ela para apoiar as mãos no sofá, arribitou sua bundinha, na hora achei que ele ia colocar no cuzinho dela pois ela falou que ia doer porem ele falou para ela ficar calma ele abriu um pouco as pernas dela deixando aparecer aquela bocetinha linda, ai ele começou a passar a língua na entrada dela fazendo minha mulher se contorcer de tanto gozo, depois ele pegou seu cacete e começou a passar na bocetinha dela sem penetrar minha mulher estava já fora de si então ele foi enfiando devagar minha mulher pedia para enfiar tudo mas ele enfiava um pouco e tirava cada vez que ele enfiava ele colocava mais um pouco minha mulher sempre se contorcendo e pedindo [para ele enfiar mais quando ele já tinha colocado mais da metade minha mulher forçou o corpo para traz fazendo com que ele enfiasse todo aquele pau na boceta dela ai ele começou o vai e vem quando ele notou que ela ia gozar ele apertou seu corpo ao encontro dela enquanto ela forçava para trás depois ficaram abraçados ela com aquele pau dentro dela, quando eu ia sair de Onde eu estava sem eles me ver ela virou e começou a beijar ele novamente iniciando com um beijo de língua depois descendo beijando todo o corpo dele ate chegar naquele pau que já começava a ficar duro novamente então chupava que parecia que queria engolir todo aquele cacete depois ela pediu para ele deitar de costa no tapete com aquele mastro para cima , então ele posicionou com carinho em cima daquela pica e foi descendo devagar ate encaixar todinho dentro dela então ela começou a cavalgar, com aquele pica entrando e saindo naquela bocetinha enquanto ele apertava os biquinhos dos seios dela pois era o que ela mais gostava, ela aumentava cada vez mais o movimento pois já estava gozando , ele segurou ela pelo quadril e puxou para baixo gozando os dois ao mesmo tempo; aproveitei enquanto os dois estavam abraçados e voltei para minha cama sem que eles me vissem depois minha mulher veio e deitou devagarzinho quando vi que ela estava dormindo levantei e toquei uma punheta lembrando da foda que tinha assistido .de manha quando levantamos meu colega já tinha saído deixando um bilhete alegando que tinha um compromisso e que não queria nos acordar mas que voltaria para nos agradecer. Marcos

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Calcinha e o genro


Me chamo Marta, tenho 51 anos, sendo casada há 30 com Paulo, 55. Tenho dois filhos, Pedro, de 27 anos, e Julia, 20, que por sua vez é noiva de André, 21. O que contarei, além de verídico, foi fruto de um ato impensado, originário de um tesão incontrolável que me dominou...
Os nomes que citei acima são fictícios, claro. Há mais ou menos cinco anos, minha filha conheceu André, um garoto bonito, de boa família, que sempre a tratou muito bem, motivo pelo qual nos conquistou, pelo que eu e meu marido sempre o tratamos como um filho. André sempre passou os finais de semana conosco, o que sempre apoiei, até porque gosto de ter tudo sob meu controle e, assim, poderia inclusive doutrinar minha filha a não engravidar cedo etc.
Tudo aconteceu há cerca de seis meses. Era um sexta-feira, jamais esquecerei, 7 de abril, 22:00. Como sempre, fui tomar banho para dormir. Tirei a roupa suja e coloquei no cesto do banheiro. Tomado o banho, vesti uma roupa discreta, como sempre, e fui para o quarto. Não sei a razão, talvez coisas do destino, mas guardei na memória a exata posição da roupa arremessada no cesto. Vestido verde solto com a calcinha preta enrolada, formando um oito, largada sobre ele. Não era uma calcinha sensual, ao contrário, uma calcinha de senhora, razoalvemente larga em sua barra lateral e já um pouco desgastada pelo uso. Depois que saí do banheiro, André correu para o banheiro, afirmando estar com muito sono e que gostaria de dormir logo.
Bom, acordei no sábado de manhã bem cedinho, antes de todos, e fui recolher as roupas do cesto. Deparei-me com algo intrigante: A calcinha preta, que antes formava o oito próprio do atrito com as pernas no gesto de abaixa-la, estava agora solta, caída ao lado do vestido verde. Pensei: - Que estranho. Ato contínuo, peguei a calcinha, reparando de pronto que bem no fundo dela, aquela parte que toca a virilha, repousava uma gosma branca. Levei-a ao nariz e senti o odor de esperma. Fiquei perdida! Esperma na minha calcinha? De quem seria? De Paulo, meu marido? Duvido... Nossa maturidade sexual não nos assegura mais esse tipo de tesão. A consequencia natural de meu pensamento era André. Mas por que? O que eu, uma senhora de 51 anos havia despertado no jovem, que namorava a minha voluptosa filha? Não achei resposta.
Nesse sábado, minha filha e meu marido sairiam por volta das 10:00, pois ela faria uma prova de avaliação da faculdade, se não me engano. Era minha chance. Precisava tirar a prova. Inocentar ou condenar o André pelo ato. Peguei a minha menor calcinha, que nem era tão menor assim, branca rendada, vesti e fiz a faxina na casa. Conforme previsto, meu marido e filhas sairam às 10:00, deixando-me à sós com André. Conversei com ele bastante, falávamos sobre tudo. Eu usava um vestido com um decote até maior do que o normal e com comprimento um pouco acima do joelho. Depois de mais ou menos 1 hora, terminei os trabalhos. Fui até o banheiro, tirei a roupa e estrategicamente coloquei a calcinha no cesto. Foi batata! Saí do banheiro, André entrou dizendo que tomaria banho. Passaram 10 minutos, escutei o chuveiro. Assim que ele saiu, reparei a mesma coisa: Esperma dele bem no lugar da virilha. Confesso que tive tesão. Um garoto, com idade de meus filhos, me desejava. Logo eu, uma mulher normal, até magra, pernas comuns, seios médios já relativamente afetados pela gravidade e nádegas que não mereciam qualquer destaque (só o que acho que chama um pouco a atenção de alguns homens é o volume da minha vagina sobre a calcinha, um pouco inchada).
Ao ver aquela cena fiquei louca! Levei novamente a calcinha às narinas e pude sentir, novamente, o cheiro do vigor de André... O atestado de seu estado máximo de tesão... O atestado de seu orgasmo sorrateiro por desejar a sogra. Passei o dedo na gosma, ainda morna, e levei à boca. Não acreditei... Engoli um sémen que saiu do pênis do meu genro... Um gesto louco de quem, visivelmente, estava afetada por aquele desejo de André.
Transtornada, pousei as mãos sobre as coxas, e me certificando visualmente que a porta estava trancada, cruzei os braços levantando o vestido até o céu, arremessando-o em seguida ao chão. Com uma das mãos, puxei a calcinha que vestia até os joelhos. Sentei-me na tampa do vaso, gelada pelo tempo, arrastei o dedo no que sobrava de esperma do André e levei, o mesmo dedo, para dentro da minha vagina, já bastante molhada pela excitação. Quase desfaleci... Passei a friccionar o clitóris para, em menos de um minuto, atingir o orgasmo. Gemi baixinho, ainda na esperança de André escutar e me promover uma tarde louca de sexo... Engano... Me recompus, lavei o rosto...Sequei a virilha...Puxei a calcinha para cima... Coloquei o vestido.
À noite, pedi ao meu marido um pouco de carinho...Transamos... Mas, na verdade, eu só pensava naquela maldita calcinha, que somava meu suor ao gozo de André.
Adorei o site coroascaseiras, por isso estou relatando o que aconteceu comigo, mas esta história não acabou, de outra vez contarei mais "coisas" que aconteceram comigo e com o André depois dessa. Adoraria ver comentário também!
Beijos,
Marta.

Dei meu cu no primeiro encontro


Oi pessoal do Coroas Caseiras! Tudo bem com vocês? Estou escrevendo porque decidi contar uma história bastante excitante que aconteceu comigo. Este conto erótico é verídico, pensei muito antes de relatar por questões de privacidade, mas como podemos usar nomes fictícios aqui, aí fiquei mais a vontade. Usarei o nome de Roberta, minha idade real é 46 anos e moro no litoral do nordeste, sou branquinha e um pouco magra. Bem... tudo começou quando conheci um rapaz na internet (vou o chamar de Henrique), pelo chat da Uol. No chat ele queria conversar comigo, mas pela idade dele me senti desconfortada e o ignorava, afinal ele é um garoto de 21 anos e eu uma coroa já. De tando ele insistir em querer conversar comigo, dei uma oportunidade...
Foi aí que me surpreendi com o Henrique - um garoto muito inteligente, educado, e com um poder de sedução incrível! Ficamos por algumas horas teclando no chat, depois ele me convidou pra irmos pro msn, topei. A conversa estava muito legal, ele me contou da vida dele, eu contei da minha, disse que estava separada há um ano e meio do meu ex-marido e que ainda não tinha encontrado uma pessoa ideal para namorar, mas que nem era pra ele se animar pois não tinha costume em gostar de garotões. Ao ver eu dizer isto, ele com algumas palavras me convenceu de que era possível sim ter um relacionamento com alguém mais jovem. Ficamos mais ou menos umas 3 horas conversando, depois disso ele disse que teria que sair. O Henrique me agradou muito, realmente tinha me surpreendido e fiquei pensando a noite toda na nossa conversa.
No dia seguinte ele entrou no msn e logo me chamou. Eu o atendi perguntando como foi a noite dele, ele disse que foi muito boa e que pensou em mim também. Ficamos por alguns dias conversando só por msn, quando decidi dar meu nº para ele ligar. Ele ligou e pude ouvir pela primeira vez a voz do Henrique, grossa, firme e sedutora. Para a minha surpresa, fiquei excitada com a voz dele, nunca tinha sentido aquilo antes. Ao terminar a conversa pelo telefone, coloquei o dedo na minha buceta e percebi que estava molhada. Esse foi o sinal de que não demoraria muito para dar ao Henrique.
Passaram-se dois dias e o encontrei novamente no msn. Contei a ele que a voz dele era muito sedutora, ele disse que eu iria achar mais ainda se a ouvisse bem de pertinho, ao ver ele dizendo isso fiquei logo excitada. A conversa começou a esquentar... ele me contou sobre o que gostava de fazer na cama e eu disse a ele o que eu gostava de fazer também. Num determinado momento ele disse que chuparia minha buceta todinha e beijaria meu bumbum, ao ouvir isso, num ato incontrolável, o chamei pra vir em minha casa (morava sozinha) comprovar o que estava dizendo. Ele disse que não dava naquele momento.
No outro dia, o chamei novamente pra nos conhecermos pessoalmente, ele disse que não poderia pois tinha compromisso. Repeti o pedido por umas 4 vezes, e o Henrique sempre rejeitava. Num certo dia, lembrei que ele tinha me dito que adorava sexo anal, achei que este seria o ponto chave para convidá-lo para vir à minha casa. Foi dito e certo. Já sabendo a resposta, perguntei a ele se ele gostava de sexo anal, ele disse que adorava, então disse que se ele viesse a minha casa naquele momento iria ver um cuzinho todo depiladinho esperando por ele. Pronto. Henrique ficou doido com isso e logo providenciou de nos encontrarmos.
No dia seguinte, o qual tinhamos marcado o encontro, fomos a um bar próximo à minha residência. Ficamos conversando por horas. O Henrique era encantador, forte, alto, sem barriguinha, realmente um espetáculo de menino. Minha buceta ficou logo doida pra ser comida por aquele pau. No final da noite, já domados por algumas cervejas, o convidei para ir até a minha casa tomarmos mais algumas por lá. Fomos... Chegando na garagem, ele, num ato inesperado, me carregou e disse "Vou te chupar todinha", o respondi dizendo "Só se for agora". Ele com eu nos braços, guiado por mim, me levou até meu apartamento. Chegando lá, me colocou de quatro, abaixou minha calcinha e foi logo metendo aquela língua quente em meu rabo, me derreti toda. Chupava minha buceta como se estivesse com sede dela... Em determinado momento abri bem a bundinha e ele enfiou a lingua em meu cu, com aquilo eu pedi a ele pra chupar aquele pau naquele momento porque estava doida pra enfiá-lo no meu cu. No mesmo momento ele colocou o pau pra fora (e que pau) e socou em minha boca. Eu chupava que nem uma louca, cheia de tesão... Havia tempos que não sentia aquele tesão imenso!
Em seguida, deixei o pau de Henrique todo molhadinho com minha saliva, já pronto para penetrá-lo em meu cu, que naquele momento já estava piscando desejando aquele cacete (nunca tinha começado uma transa com sexo anal, foi a primeira vez que tinha feito aquilo). O tesão era tanto que esquecemos de colocar a camisinha e, ao colocar aquela pica dura na portinha do meu cu, senti uns calafrios enormes, e fui logo empurrando a bunda para entrar mais rapidamente. O pau dele já estava lubrificado com minha saliva e meu tesão era tanto que aquela rola entrou facilmente no meu cu! Nas primeiras metidas, ele dando uns tapinhas em minha bunda, gozei gostoso no pau de Henrique, me tremendo toda e pedindo pra ele foder mais. Só de contar fico cheia de tesão desejando um pau grosso enterrado no meu cu.
Passamos uns 10 minutos naquela posição: eu de quatro e Henrique ajoelhado comendo meu rabo. Depois pedi pra ele sentar no sofá e eu sentar encima dele, enterrando meu cu todo naquele pau ereto. Ao passarmos para aquela posição, depois de uns 3 minutos, ele disse que iria gozar. Ao ouvir aquilo eu fui à loucura (imaginar que iria receber uma gozada no cu, pra mim era bastante prazeroso naquele momento) e sentindo a porra de Henrique invadir a fundo o meu cuzinho fiquei mole tendo um orgasmo na mesma hora e desmaiando nos braços de Henrique. Aquele momento foi maravilhoso, estávamos tomados completamente pelo sexo, pelo prazer. E eu, sem pudor algum, enterrada na pica de Henrique, toda gozada.
Depois disso, descansamos naquela mesma posição, e fomos tomar um banho. Domirmos juntos... na manhã do dia seguinte Henrique finalmente comeu minha bucetinha (agora sim, com camisinha). Mas confesso que dar o cu pra o Henrique foi melhor do que dar a buceta, rsrsrs.
Bem pessoal, esse foi meu conto erótico! Hoje em dia somos namorados, já estamos 6 meses juntos, espero que demore muito e muito tempo, pois o adoro e adoro dar meu rabinho pra ele também! Ele sim sabe comer gostoso (e eu sei dar gostoso também. rsrsrs).
Beijos! Espero comentários pra saber se gostaram ou não.
Roberta

Garato bem dotado


O quarto era bastante aconchegante, com móveis de madeira bruta, trabalhada artisticamente. A enorme cama de casal tinha espaço suficiente para quatro pessoas e na parede que ladeava a cama, um grande espelho estava fixado. O forte calor que fazia, apesar da deliciosa brisa que entrava pela grande janela envidraçada, levou Fellicia a tirar a minissaia e a miniblusa que usava, revelando toda a beleza nua do seu corpo de mulher de 37 anos, bem queimado de sol, sem marca de biquíni. Deitando-se voluptuosamente na enorme cama, ela convidou Carmem e Gabriel, um jovem de apenas 20 anos de idade, a seguirem o seu exemplo...
Carmem, uma linda coroa de 40 anos, desinibida, foi a primeira a despir-se e deitar ao lado da Fellicia, abraçando-a e dando-lhe um beijo nos lábios, enquanto fazia um carinho nos seios dela. Gabriel teve uma excitação instantânea ao presenciar as duas se acariciando e mais estimulado ainda pela visão de duas mulheres muito bonitas inteiramente nuas à sua frente. As duas sorriram ao olharem para ele e constatarem que ainda estava de bermuda, empinada para a frente pelo membro excitado. Carmem exclamou:
— Tire logo essa bermuda, Gabriel! Quero constatar o que a Fellicia já me contou, que você é bem dotado! Vamos, não fique inibido, tire logo para eu matar a minha curiosidade de mulher e ver esse pau que está empinando a sua bermuda! Já estou ficando toda molhada só de imaginar como ele é! — Quando Gabriel abaixou a bermuda e a cueca, ela exclamou:
— Uaaaau! Que maravilha de instrumento você tem!
— Maravilha é tê-lo todo dentro, ou galopando sentada nele, recebendo o prazer que o dono dele sabe proporcionar!
Fellicia enquanto elogiava Gabriel estendeu os braços, para que ele fosse deitar-se no meio das duas. Quando ele estava no meio delas, sentindo toda a eletricidade da excitação enorme que fazia avolumar o seu membro, sentiu que a Carmem acariciava-o e puxava-o, pelo membro, para enlaçá-lo com as coxas, com ares de proprietária. Fellicia empurrava Gabriel, instigando-lhe as nádegas com o corpo colado ao dele, enquanto beijava a sua nuca, fazendo-o ficar com o corpo todo arrepiado, como se estivesse com frio. Carmem balançava o corpo enquanto transpirava de prazer e tesão e com um olhar guloso, que ela gostava de usar, aproximou o rosto ao do Gabriel e colou os lábios nos dele. Fellicia incentiva-a a soltar o prazer, a deixar vir a avalanche de prazer. Carmem continuou a mexer o corpo, mantendo enlaçado o membro dele, enquanto ela beijava sofregamente e com paixão os seus lábios. Em poucos minutos o corpo dela começou a estremecer todo com a descarga energética que ela sentia com o forte orgasmo. Gabriel ficou impressionado como ela tinha orgasmos facilmente. Fellicia exultava de alegria ao ver a amiga convulsionada de prazer e depois que Carmem relaxou e abriu os olhos, beijando Gabriel e dizendo um obrigado pelo prazer, ela perguntou a se ele queria chegar ao final.
— Só se você quiser que eu lhe dê prazer também!
— Meu querido, eu demoro para chegar a ter prazer logo após o almoço, pois fico preocupada com a digestão. Vamos guardar energia para mais tarde, quando poderemos brincar bastante entre nós, está bom? Eu prefiro agora cochilar um pouco aproveitando esse soninho que a cerveja está me dando...
— Fellicia, se você não quer usufruir dessa pujança, deixe-me ter a alegria de adormecer com ele dentro de mim.
E enquanto falava, virou Gabriel de costas e sentou-se, sem a menor cerimônia, no pau grande dele, engolindo-o inteiro dentro dela. Depois, sem movimentar-se, com os braços segurou Gabriel e rolou de cima dele, deitando-se lado a lado com ele. Ficou quietinha, sem se mexer, apenas olhando nos olhos dele e sorrindo, enquanto ele também permaneceu imóvel, olhando para ela e também, sorrindo. Gabriel sorria para ela enquanto, com uma das mãos, acariciava levemente um dos seus seios. Fellicia, chegando o corpo por trás do Gabriel, enlaçava o corpo dele, colocando por trás uma das suas pernas no meio das dele. E foi assim que os três adormeceram...
Mais contos deste autor, visite: www.editora-opcao.com.br

Sonho a 3


Meu nome é Rodrigo, tenho 27 anos. Há uns 4 anos atrás conheci a Rosana, 50 anos, na sala de bate-papo da Uol, da cidade onde moramos (Rio de Janeiro). Sempre procurei salas de bate-papo de mulheres mais velhas, pois sempre fui louco por coroas. Neste dia que nos falamos pela primeira vez, a Rosana não me deu a menor bola, mas como sou um cara muito insistente, antes de sair deixei no bate-papo o meu msn. Os dias se passaram e eu já nem me lembrava mais daquela mulher quando, pra minha grande surpresa, ela me chamou no msn querendo saber quem eu era. Depois de muitas explicações fui aos poucos a convencendo de que eu poderia ser uma pessoa que poderia lhe dar muito prazer...
Um belo dia, ela veio com um papo de que deveríamos nos conhecer, mas sem que rolasse nada, ela queria somente amizade. Quando cheguei no local indicado por ela, pra minha surpresa, aquela mulher tão tímida com as palavras, era uma verdadeira deusa em pessoa, totalmente diferente da foto que tinha em seu msn, trajava um vestido preto, visivelmente sem mais nada por baixo, além de uma mini calcinha. A partir deste momento, percebi o quanto aquela mulher poderia ser surpreendente. Logo de cara vi que não ficaríamos de papinho de amigos e sugeri que fossemos para um local mais tranqüilo, ela topou na hora, só disse que não queria ser raptada. Chegando ao local, sem muita conversa, dei-lhe um beijo prontamente correspondido e corri a mão por todo seu corpo sem que eu fosse reprimido, como ela estava com um vestido solto, corri minha mão por sua calcinha e percebi o quanto aquela buceta ja estava encharcada, e ela em duas frases me disse: "tem 10 meses que essa buceta não vê um pau, me leva pra um lugar onde você possa me comer todinha". Era tudo que eu queria ouvir naquele momento.
Fomos para o motel e, feito loucos, começamos a nos despir ainda dentro do carro. Quando joguei aquela mulher na cama, abri suas pernas e dei duas socadas naquela buceta molhada, pra minha surpresa, ela deu um gemido de prazer jamais ouvido novamente por mim, foi o suficiente para que aquela mulher gozasse feito louca, e quando eu pensei que não tinha como ficar melhor que aquilo, ela se virou de quatro, olhou dentro dos meus olhos e me disse: "agora eu quero gozar com você comendo o meu cu", ela nem pediu duas vezes, direcionei a cabeça do pau para aquele cuzinho que piscava me chamando e coloquei a cabeça do pau bem devagarinho com ela gemendo, foi uma mistura de prazer e dor. Enquanto havia entrado somente a cabeça do meu pau, ouvi um grito autoritário que dizia: "fode logo esse cu com força", foi onde eu enfiei meu pau inteiro e terminei de arrombar aquele delicioso cu.
Fomos tomar um delicioso banho onde se rolou mais uma foda maravilhosa, e quando eu estava prestes a gozar, ela me implorou pra que eu gozasse na cara dela, ela queria sentir a minha porra em seu rosto, direcionei meu pau para ela e foi só começar a sair os primeiros jatos de porra pra que ela levasse meu pau a boca e me sugasse todo. Depois disso, cheguei a conclusão de que não poderia mais viver sem fuder com aquela mulher, ela era melhor do que tudo que eu já havia experimentado antes. Esse foi o primeiro de muitos encontros, e entre um encontro e outro, a Rosana me veio com uma história de que tinha um desejo, e que ela não iria sossegar enquanto não o realizar. Disse que tinha um ex-namorado que fez a proposta a ela para transar com ele e outro cara, foi o suficiente pra que ela ficasse louca, depois disso ela nunca mais parou de pensar nisso, foi quando eu comecei a entrar na história.
Um dia ela me passou o msn desse ex-namorado e disse que era para conversarmos os três, foi a primeira vez que rolou oficialmente o assunto da transa a três. Ficamos por horas imaginando como seria, o que faríamos e o que ela queria que fizéssemos com ela, isso tudo me deixou muito excitado, pois sei muito bem o que ela é capaz de fazer com um pau, e agora, tendo a oportunidade de ter dois, isso fazia com que ela gozasse só de imaginar. Ela chegava a nos pedir para que simulássemos um estupro para dar mais emoção a transa, dizia que iria esboçar uma reação fingindo não querer, quando na verdade, tudo que ela mais queria era ser fodida violentamente por nós dois. As palavras dela me deixava louco ao ouvir o quanto ela queria ser penetrada por dois homens ao mesmo tempo.
Depois de um mês nessa angústia, finalmente conseguimos nos encontrar. Entramos no motel, nós três, e depôs de sonhar tanto com este momento, aconteceu o que ninguém esperava, o ex-namorado da Rosana não conseguia ficar de pau duro de jeito nenhum, por mais que ela o estimulasse (e olha que ela é especialista no assunto). Resumindo, nossa aventura foi um fracasso. Desde então ela vive me dizendo que ainda não desistiu do sonho e que não vai sossegar enquanto não realizá-lo. Mas depois deste fracasso, disse a ela que farei o possível para que ela realize este sonho, pois sei o quanto ela está desejando isso, além de não querer perder por nada neste mundo a oportunidade de olhar pra cara dela quando ela estiver sendo devorada por dois paus do jeito que ela sempre sonhou.
Pena não ter sido um conto com final feliz, mas no que depender dela, o próximo será!

Comi minha namorada e a minha cunhada


"COMI A MINHA NAMORA E A MINHA CUNHADINHA NINFETINHA"
Era uma sexta-feira, mais ou menos 04 horas da madrugada, eu, minha namorada e a irmã dela, tinhamos ido á uma casa de Swuing em São Paulo, com mais alguns amigos, lá o Tezão rolou solto, muita gente metendo no escuro, e do nosso lado também, o cheiro do sexo exalava alto, e eu quase gozando na cueca, vendo pessoas no escuro transando na minha frente e gemendo alto, ainda bem que minha namora bateu uma punheta pra mim, se não eu não aguentaria chegar em casa.
Minha cunhada, também ficou super ecitada naquele lugar, acho que deve ter catado alguém lá, mas não deu pra ver, poi o lugar é bem escuro, com alguns quartos coletivos, os chamados "Dark Rooms", mas foi muito gostoso lá, voltamos no caminho para casa cheios de tezão e fantasia, e como era de se esperar, a noite ainda não havia acabado, pelo contrario...estava apenas começando....
Minha cunhadinha, chama-se Daniele, 20 aninhos, corpinho escutural, peitinhos durinhos, boca carnuda, bunda empinadinha, morena, cabelos lisos até a cintura, um verdadeiro tezão de ninfeta, usava naquela noite uma calça jeans bem apertadinha, e uma blusinha amarela, mostrando os bicos dos peitinhos bem durinhos, e pela borda da cintura, dava pra ver sua calcinha preta, bem pequenina saindo por fora da calça, só o filzinho, um tezão, de deixar qualquer um de pau duro.
Minha namora Débora, também é muito gostosa, morena de 22 anos, cabelos pintados de loiros, pircing no umbigo, seios fartos, uma boca carnuda, e bem sexy, usava uma calça preta (Leg), e uma blusinha vermelha, com uma calcinha minúscula por debaixo, que estava encharcada de tezão naquela noite, quando um casal ficou no nosso lado metendo de pé, e gozando quase em cima da gente.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Traí meu marido e bebi porra do meu aluno


CHIFREI O MEU MARIDO ENGOLINDO ESPERMA DO MEU ALUNOSou professora de línguas no Rio de Janeiro. Casada, 41 anos (sorry!), dois filhos e um marido lindo. Na verdade, sinto-me com muito menos que quarenta anos, e as pessoas me dizem que tenho um corpo super de menina e que sou bem conservada. Sei que isso não è mentira, pois tenho espelho em casa e, apesar de todos os defeitos que posso encontrar com o meu corpo, considero que faço um belo sucesso de biquini na praia. Tenho cabelos castanhos não muito longos e olhos verdes. Até esta história ter acontecido, eu jamais tinha sido infiel ao meu marido. Temos uma vida sexual saudável, picante e variada. Ele viaja durante a semana e nos finais de semana, durante os últimos dez anos, descontamos o atraso com “trepadas inesquecíveis” (como ele costuma dizer).Dou aulas particulares para executivos em empresas, que variam, de aulas individuais para aulas em grupos. Na maior parte, homens. Estou acostumada às suas cantadas baratas, e são poucos os que me respeitam até o final do semestre. Quase sempre caem no ridículo de me fazerem propostas indecentes e depois têm de arcar com a vergonha de terem sido desprezados.Recentemente um aluno novo, transferido de São Paulo, começou um curso para poder melhor se comunicar com a matriz na Europa. Seu nome é Eduardo, tem 43 anos, moreno, em boa forma, de olhos castanhos e um lábio inferior carnudo, gostoso, que ao balançar quando fala chegava a amolecer as minhas pernas. Eduardo mostrou-se um homem extremamente simpático, repeitador e um aluno dos mais aplicados. Aprendia rapidamente com uma facilidade invejável e um charme irresistível. Contou-me que estava no Rio e sua família tinha ficado em São Paulo. Sim, era casado! Da mesma maneira que eu, teve filhos ainda jovem. Possuía um filho de 16 anos, um de 10 e um de 8. (Eu tenho uma filha de 15 e um filho de 13 anos). Sua família viria definitivamente para o Rio somente depois do Natal. O que mais me perturbava em Eduardo era a maneira séria que ele se comportava na aula sempre olhando-me diretamente nos olhos. Seu olhar era tão penetrante que poucas vezes eu podia sustentar. Com o passar do tempo comecei a achar um desafio sustentar o seu olhar. Ainda assim, cada vez que seus olhos entravam pelos meus, aquilo começava a me dar uma coceirinha aqui em baixo e eu tinha a impressão que ele podia adivinhar que eu estava ficando vergonhosamente molhada. Eduardo alguma vez ou outra me fez elogios discretos, elegantes, sobre minha beleza, ou minha juventude, ou meu perfume. Nunca nada escandaloso, mas com um charme que começou a mexer com as minhas fantasias. Depois de algumas semanas eu já não aguentava mais pra chegar a hora de minha aula com ele. A oportunidade de um encontro mais íntimo surgiu na aula em que falamos sobre comidas, restaurantes, etc. Eu sempre levo meus alunos para jantar em um restaurante Francês e o tempo todo estamos proibidos de falar português. Sugeri então este programa e ele aceitou, sem hesitar. Busquei-o em seu apartamento e dirigi ao restaurante. Durante o jantar ele foi charmoso e educado, mas bem mais atrevido. Insistiu que eu deveria ir até o seu apartamento experimentar um vinho espanhol que ele tinha. Ri maliciosamente e disse que seria somente isso, e que eu sabia me defender, mas não disse que não. Ao final, ele agiu o tempo todo como se realmente fossemos à sua casa. E o tempo todo eu olhava para os lados pra ver se não tinha alguém conhecido. Eu sempre levava os meus alunos para jantar, mas naquele dia eu me sentia como se exalasse um perfume que se chamava claramente TRAIÇÃO.Levei-o para o seu apartamento e ele indicou onde eu pudesse estacionar o carro. Subi com ele – o meu coração a mil! Super nervosa. Eu quase tremia. Ele deve ter percebido e me tratou com tranquilidade, acalmando-me sutilmente. Serviu-me o vinho e tomamos olhando-nos nos olhos. Depois disso ele se aproximou bem devagar do meu rosto e me deu um beijinho nos lábios. Um beijinho molhado, praticamente uma chupadinha nos meus lábios. Sorri nervosa e disse que era melhor a gente parar por ali. Ele não disse nada e veio beijar-me, de leve novamente. Desta vez acabei deixando minha linguinha passar por seus lábios, principalmente sentindo o peso daquele delicioso beiço que tentava me agarrar por baixo. Comecei a ficar extremamente excitada, mas algo me brecou. Pedi para pararmos por ali, pois eu iria para casa. Meus filhos poderiam estar ainda acordados e não seria legal chegar muito tarde.Eduardo pediu licença, levantou-se e levou o vinho para a cozinha. Voltou para a sala e, antes que eu pudesse perceber, ficou em parado em pé, bem na minha frente, abriu o cinto, baixou o zíper e retirou um pau enorme pra fora da calça. QUE PAU!!! Considero meu marido muito bem dotado (19-20 cms), mas eu nunca tinha visto uma coisa daquele tamanho, ao vivo. Um pintão enorme, muito grosso e comprido, cheio. Não estava completamente duro, pois estava ainda caidão, balançando um pouco pra cima, endurecendo aos soquinhos. Tentei não olhar, e perguntei o que era que ele pretendia com aquilo. Enquanto ele me respondia com a mesma pergunta, eu percebi que não conseguia tirar os olhos daquele fabuloso CARALHO, como meu marido o teria chamado. - Não consigo acreditar que você acabou de fazer isso, Eduardo! - disse eu, ainda de braços cruzados.- Não consegue acreditar?- perguntou ele. Então toque pra crer?Eu estava realmente com vontade de pegar num pinto grande. De bater uma punheta bem gostosa e ver um homem gozar com seu pau nas minhas mãos. Me sentia como uma menina. Mas no momento eu só dei uma risada nervosa e procurei olhar pra outro lugar. Eduardo percebeu e perguntou, ainda em pé com aquele enorme cacete crescendo aos impulsos, acenando sua cabeçona para mim: - O que houve, tem algum problema com o meu pinto? Cínico. Naturalmente ele tinha perfeita noção que era extremamente bem dotado, que possuia um pinto para impressionar qualquer mulher. O que ele queria ouvir era um elogio ao seu porte.- Problema nenhum com seu pinto - respondi, com um certo sorriso e uma olhadela naquele mastro, agora já totalmente na horizontal - O problema é que eu sou uma mulher casada e você é um homem casado. - O PROBLEMA - corrigiu ele - é que eu estou morrendo de tesão por você e você está louca de vontade de segurar o meu pau e sentir ele inteiro em você, mas se isso não acontecer, amanhã nós estaremos lamentando.Sua ousadia era revoltante e excitante. Ele estava certíssimo. Eu já não sabia mais o que fazer. Engoli em seco enquanto vi que ele começou a massagear o seu pau bem lenta e levemente. Meu aluno batendo uma punheta ali na minha cara, e eu me segurando para não ajudá-lo.- Vamos lá – insistiu ele sorrindo – esta noite nós vamos ser safados – eu sou o seu puto e você vai ser a minha puta. Ou melhor: a puta do seu marido. Seu marido não te chama de puta quando vocês transam? Putinha? Então, hoje você vai ser a putinha dele! Vai chupar o pau de um outro homem até ele gozar na sua boca. Você vai ser tão puta que vai até engolir toda a porra deste outro homem.Putinha! Era assim mesmo que o meu marido me chamava nas nossas trepadas mais fantásticas. E eu adorava me sentir uma putinha. Mas agora era a chance maior. Aquele homem fabuloso, lindo de morrer, charmosíssimo, alisando calmamente o seu pinto descomunal, duríssimo, sua cabeçona surgindo e desaparecendo em sua mão, a poucos centímetros do meu nariz, sabia realmente como me amolecer e como me deixar molhada. E se eu sucumbisse ao seu convite, seria uma coisa muito safada. Tinha tudo ali para que eu fosse uma PUTA! E como eu estava sendo atormentada por aquela sensação. Fiquei olhando nos seus olhos, com um meio sorriso nos lábios, secos. Passei a língua por eles, mas só percebi tarde demais. - Tá te dando água na boca? – ele perguntou sem perder a chance – vem, coloca a boquinha aqui nesse canudinho que tem um leitinho bastante vitaminado.Não consegui conter o riso e, antes que eu pudesse me dar conta, minhas mãos já estavam agarrando aquele caralho que pulsava na minha frente. Puta pintão gostoso! Grosso como meu antebraço, enorme, com sua cabeçona quase do tamanho de um tomate. Assim que eu senti aquele cilindro de carne dura, quente nas minhas mãos, automaticamente abri a boca e fui aproximando-me lentamente da glande, girando com a lingua e sentindo a sua pontinha já melada. - Ahhhhhhhh! – suspirou Eduardo – isso mesmo, assim , lambe gostoso, sua PUTINHA!Brinquei um pouco com a língua na sua glande sem tirar os meus olhos dos dele. Fiz aquela carinha de safada que os homens gostam de ver quando recebem um boquete. Mas não resisti muito ali só com a língua e enfiei tudo o que pude na minha boca, afinal aquele pau era um banquete pra não ser desperdiçado.- Isso, sua puta! – ele me dizia, agarrando minha cabeça pelos cabelos e fodendo a minha boca com o ritmo da chupada. Aquele pinto me entrava com dificuldade na boca. Acho que só menos da metade desaparecia em meus lábios, e cada vez que chegava ao fundo eu quase engasgava. Mas que delícia de sensação. Eu me sentia uma adolescente. Lembrava-me dos tempos do meu primeiro namorado com quem transei, o cara mais bem dotado que eu já conhecera até aquele momento. Ele tinha me ensinado quase tudo que sei em sexo. Fodíamos como dois coelhos. E seu pinto era enorme, delicioso! Adorava chupa-lo e engolir sua porra. Faziamos escondidos, às vezes com gente por perto. Só que depois que desmanchamos o namoro eu já estava mal acostumada, pois os homens com quem transei depois deixavam a desejar em comparação de tamanho. Foi só com meu marido que voltei a ter um amante mais bem dotado. Mas era naquele momento, ali, mais de desesseis anos depois de fielmente casada, que eu me encontrava com um outro pinto gigante, maior inclusive. Grosso, comprido, apontado para o meu rosto, saindo de um homem lindo com quem eu deveria ter uma relacão extritamente profissional, mas que eu agora chupava com apetite. Eu me senti safada, uma piranha, como se meu marido estivesse numa outra sala ali do lado, conversando com a esposa do Eduardo, e eu, PUTINHA, numa rapidinha ali, chupando o seu pau pra matar o nosso tesão. - Putona gostosa! – continuou Eduardo – gosta de chupar um pau?- Hummmhummmmm! – Respondi, olhando em seu rosto de felicidade e tentando formar um sorriso com a minha boca cheia de pinto.- Já tinha feito um boquete que não fosse para o seu marido?- Hummmhummmmm!- Depois de casada???Tirei a boca do seu pinto e disse : - Claro que não. Antes de casada! – e voltei a abocanhar aquela tora.- Então essa é a primeira chifradinha ? - Hummmhummmmm!- E tá gostando?- Hummmhummmmm!- Tá gostando de ser uma puta de verdade? De chifrar o seu marido chupando o pau de outro homem?Tirei mais uma vez a boca do seu pau e levantei-o bem, para que pudesse dar uma lambida bem grande em todo o seu comprimento, pela parte de baixo. Olhei para o seu rosto e falei enquanto o punhetava – estou adorando!Tentei segurar o seu saco, mas a calça estava apertada. Larguei o pinto e baixei suas calças e sua cueca. Livrei o saco e acariciei-o, apreciando toda a envergadura daquele caralho. Ali na hora calculei que deveria ter uns 23 centímetros. Lambi o beiço e rosnei. – Ai, que pintão mais lindo!-Chupa então sua putinha – ele dizia, enquanto eu voltava a xupetá-lo. – chupa que nem uma puta que eu quero gozar na sua boca.Acelerei mais os movimentos da minha cabeça, mamando com a minha linguinha pra fora, coçando a sua glande por baixo. Comecei a bater mais punheta com as duas mãos a parte do seu pau que não cabia na minha boca. - Quer engolir porra? – perguntou ele, já com a voz meio trêmula- Hummmhummmmm! – respondi, chupando-o freneticamente. - Posso gozar na sua boca então?- Hummmhummmmm! – eu estava louca pra engolir todo o seu esperma. - Quer que eu esporreie na sua boca então??? – disse ele quase gritando.- HUMMMHUMMMMM! – respondi nervosa, quase gemendo, preparando-me para a explosão, mamando somente a sua glande, que por si só quase já enchia a minha boca. - ENTÃO ENGOLE, SUA PUTA! – ordenou-me ele, segurando-me pelos cabelos com força enquanto seu corpo todo se contraía para ejacular uma quantidade anormal de esperma na minha boca. O primeiro jato quase me afogou. Para engolir continuamente eu tinha que mamar, mas outros jatos seguiam me enchendo a boca cada vez mais, sem que eu desse conta de engolir tudo. Antes que eu engasgasse, finalmente meus lábios explodiram esperma pelo meu queixo, minhas mãos e até no meu joelho. - Engole – gemeu ele – engole tudo sua putinha, não vai me sujar o chão!- Tirei a boca de seu cacete pra poder engolir melhor a porra que se acumulara na minha boca, mas assim que aquela cabeçona redonda e brilhante saiu dos meus labios, cuspiu-me furiosa um outro belo jato de porra na testa. - VAI SUA PUTA, JÁ FALEI PRA ENGOLIR! – ele gritou. Fiquei com ódio de sua estupidez, mas mais excitada por estar agindo como uma puta e voltei a mamar vigorosamente naquele delicioso caralho quentinho que foi aos poucos esgotando suas reservas de leitinho na minha língua. Saboreei cada ejaculada apertando a língua contra o palato, o que fez o Eduardo pirar a cada vez que eu engolia.Ao final, enquanto ele gemia seus últimos suspiros, agora sem me afogar com mais esperma, eu continuava enfiando todo aquele caralho na boca e tirando bem devagar, sugando e sorvendo toda a porra que cobria aquele cilindro de carne, ainda duro, mas agora mais macio, começando a pesar mais, brilhando e queimando como uma linguiça que acabou de sair da grelha.Eduardo acariciou o meu rosto vigorosamente. Passou a mão pela porra na minha testa e sobrancelha e esfregou o meu cabelo, deixando-o todo melado. Canalha! Segurou-me pelo cabelo, levantou-me e beijou-me na boca, um beijo violento, onde sua lingua certamente provou do gosto da sua porra que eu ainda tinha na boca. Olhou-me com tesão e me largou. Saí desesperada, para o banheiro. O cabelo não tinha mais jeito. Eu teria que me lavar em casa. Enxuguei a porra que escorrera pelo meu pescoço, despedi-me rapidamente dele e sai correndo do seu apartamento. Eduardo, meio sem saber o que fazer, só conseguiu me fazer prometer que ligaria pra ele assim que eu chegasse em casa.No caminho eu tentava me convencer que nunca mais aquilo se repetiria, mas ao mesmo tempo eu me via sendo comida violentamente pelo Eduardo, no elevador, na praia, no carro. Eu sentia as sensações daquela fantástica esporreada na minha boca e ainda me achava incrivelmente atraída por aquele macho.Cheguei em casa e meus filhos ainda estavam acordados. Tranquei-me no quarto e liguei para o Eduardo.Ele disse que queria mais. Fiquei meio muda, nervosa e ouriçada, somente ouvindo suas descrições de como ele queria me comer na próxima vez. Descreveu sua fantasia de nós transando de uma maneira meio violenta. Ele queria me enrabar. Continuei muda, mas super excitada ainda, tanto que comecei a me masturbar, coisa que há muito tempo não fazia. Ele dizia que queria me carregar até a minha cama – a MINHA cama, onde durmo com meu marido – e me comer a bundinha alí. Aquilo me deixou louca. Apesar de sempre me doer um bocado, adoro um sexo anal. Como o pau grosso do meu marido me machuca um pouco, uma vez ele me apareceu com um vibrador, mais fininho que o seu pau, mas que frequentemente ele enfia em meu rabinho e me faz gozar enquanto ele goza ao mesmo tempo na minha xoxota. Perguntei ao Eduardo se ele estava se masturbando e ele confirmou. Pedi pra que ele me descrevesse o que estava fazendo. Como ele não foi muito criativo, comecei a pedir com detalhes como EU queria que ele se masturbasse. Que ele acariciasse o seu saco, fizesse anéis com os seus dedos. Depois mandei ele ensaboar uma das mãos e pedi que com uma mão ele segurasse a base do pau bem forte e com a outra ensaboada ele batesse uma punheta só na chapeleta, apertando bastante. Pedi que ele me descrevesse. Ele perdeu o controle e em vinte segundos já estava gozando. Eu, encharcada, ainda não tinha gozado. Perguntei se ele tinha sujado o chão, mas ele disse que estava deitado, que tinha gozado na barriga. Logo depois nos despedimos e ele desligou. Ainda insaciada, pela primeira vez na vida, busquei o vibrador. Escondi-o debaixo do travesseiro, saí do quarto e verifiquei que meus filhos já estavam dormindo. Voltei, tranquei-me novamente e liguei para o meu marido. Acordei-o, mas fiquei toda melada pelo telefone. Falei que estava sentindo a sua falta. Sentindo falta do seu pau gostoso. Falei pra ele como eu queria que ele me comesse, utilizando as mesmas palavras que o Eduardo descrevera a sua fantasia um pouco antes. Meu marido ficou doido, apesar de eu ter ligado muito tarde. Eu me masturbava com o vibrador, e enquanto descrevia o sexo anal que queria que ele me fizesse na beira da cama, enfiei o vibrador na bundinha. Ele me entrou macio, enquanto meus dedos se enxarcavam na minha xoxota. Gozei gostoso, e pedi ao meu marido que não gozasse. Que guardasse sua porra para mim. Ele me xingou – de brincadeira – e disse que táva difícil, mas que iria tentar.Na sexta feira eu fui buscar o meu marido no Aeroporto e fiz que ele dirigisse de volta pra casa enquanto eu o chupava. Não deixei ele gozar. Ao chegar em casa, com nossos filhos ja saídos para a noite, sentei-me no sofá e deixei-o em pé, na minha frente. Repeti todo o processo que tinha feito com o Eduardo. O pau do Cláudio, meu marido, parecia que iria explodir de tão duro. E ele provou que guardara a sua porra: acabou me dando um belo chafariz de esperma no rosto. Direcionei os jatos para a minha boca. Melei toda a cara e continuei chupando-o. - Adoro engolir sua porra! – eu disse, bem com um jeito de puta. E ao mesmo tempo pensei como tinha sido bom engolir a porra do meu aluno, Eduardo.Fomos para o quarto e ele me chupou a xoxota até eu atingir um orgasmo delicioso e ele voltar a ficar no ponto. Depois de uma maratona de posições ele me colocou de quatro na beira da cama e me enterrou seu cacete fundo na minha bundinha. Quase desfaleci de dor e tesão. Foi uma das minhas melhores trepadas, e o tempo todo eu estava fantasiando com o Eduardo.Depois disso o meu affair ficaria muito mais intenso, entre eu e o Eduardo. E pra completar, as nossas famílias iriam se envolver de uma maneira inesperada. Mas são outras histórias, que valerão ainda muitos outros contos.